Ouro Preto, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Aécio lidera rejeição em pesquisa para o Senado em Minas Gerais

Pesquisa AtlasIntel aponta que 54,2% dos eleitores mineiros dizem que não votariam no tucano de jeito nenhum.

Atlas: Aécio tem maior rejeição entre políticos pesquisados em Minas
Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Aécio Neves (PSDB) aparece com a maior rejeição entre os políticos testados em Minas Gerais pela AtlasIntel. Na pesquisa divulgada nesta terça-feira (8/9), 54,2% dos eleitores afirmaram que não votariam nele de jeito nenhum. O tucano voltou à disputa por uma vaga no Senado depois de anunciar que não concorreria nas eleições deste ano.

Flávio Bolsonaro (PL) ocupa a segunda posição, com 49,6% de rejeição. Na sequência estão o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 48,6%, e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), com 47,2%. O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) fecha os cinco primeiros, com 46,9%.

Nikolas é apontado como uma das principais lideranças bolsonaristas em Minas Gerais e participa das decisões do grupo no estado. Entre as articulações que passam por ele estão as relacionadas à campanha presidencial de Flávio Bolsonaro, incluindo a definição do palanque mineiro do senador.

Outros nomes avaliados

Renan Santos (Missão) aparece com 42,1% de rejeição, seguido por Romeu Zema (Novo), com 41,9%. Patrus Ananias (PT), candidato ao governo de Minas, registra 36,8%. Entre os candidatos ao Senado, Domingos Sávio (PL) tem 34,6%, enquanto Flávio Roscoe (PL), que disputará o Palácio Tiradentes, soma 33,5%.

Marília Campos (PT), que lidera as intenções de voto para o Senado nas pesquisas mais recentes da disputa mineira, tem rejeição de 30,6%. Mateus Simões (PSD) aparece com 31,1%; Alexandre Kalil (PDT), com 29%; Cleitinho Azevedo (Republicanos), com 27,6%; Augusto Cury (Avante), com 27,3%; e Gabriel Azevedo (MDB), com 16,5%, o menor índice entre os nomes apresentados.

Aécio confirmou em 28 de agosto que disputaria uma das duas vagas de Minas no Senado, após recuar da decisão anunciada anteriormente. A mudança ocorreu depois de pressão de aliados e levou o PSDB a recorrer à possibilidade prevista na legislação eleitoral para substituir um candidato que renunciasse. Ele passou a integrar a chapa encabeçada por Alexandre Kalil na corrida pelo governo de Minas.

A AtlasIntel entrevistou 1.804 eleitores de Minas Gerais entre 30 de agosto e 4 de setembro, por meio de recrutamento digital aleatório. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob os números MG-01579/2026 e BR-05852/2026.

Texto produzido pela Redação Cultura em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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