Ouro Preto, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Caiado questiona papel de Flávio Bolsonaro como pacificador do país

Em São Paulo, candidato do PSD criticou a atuação de Lula na crise institucional envolvendo o STF e defendeu maior rigor para candidatos à Presidência.

Caiado afirma que o senador Flávio Bolsonaro não tem condição de ser “pacificador” do País

O candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) afirmou nesta quarta-feira (16) que Flávio Bolsonaro (PL), também candidato ao Palácio do Planalto, não reúne condições para atuar como pacificador diante da situação institucional envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF).

Durante uma coletiva após um almoço com empresários promovido pelo YPO, Caiado também criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Para ele, Lula se omitiu diante das tensões entre os Poderes e deveria ter buscado uma solução articulada antes. O candidato a vice na chapa do PSD, Gilberto Kassab, participou do encontro.

Sobre Flávio, Caiado afirmou: “Qual é a condição que ele [Flávio] tem?”. Na avaliação do candidato, o exercício da Presidência exigiria autoridade moral e capacidade de diálogo institucional.

Filme sobre Jair Bolsonaro

Questionado sobre o filme Dark Horse e as negociações entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, para financiar a produção sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro, Caiado disse acompanhar as investigações.

Ele defendeu critérios mais rigorosos para quem disputa o Palácio do Planalto: “Ele tem que estar acima de qualquer suspeita”.

Flávio confirmou em maio que procurou Vorcaro em busca de patrocínio privado para o filme. O senador negou ter recebido vantagens ou oferecido contrapartidas. Relatórios da Polícia Federal divulgados em setembro detalharam mensagens e cobranças relacionadas aos recursos destinados à produção.

Críticas ao governo e propostas econômicas

Caiado disse que Lula deveria ter feito um pronunciamento em rede de televisão e rádio e reunido representantes dos Poderes no Palácio do Planalto. Segundo o candidato, a crise envolvendo o STF também afeta a credibilidade do Judiciário.

No encontro, a situação institucional e a economia estiveram entre os principais temas. Caiado relatou preocupação dos empresários com a taxa básica de juros. O Comitê de Política Monetária (Copom) realizou sua reunião de setembro nesta terça e quarta-feira (15 e 16).

Na área fiscal, o candidato reiterou a defesa de limitar o crescimento das despesas públicas à metade da expansão da economia registrada no ano anterior. Também propôs cortes nos Poderes após a aprovação de uma reforma administrativa.

Texto produzido pela Redação Cultura em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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