CAMPOS BELOS — As Chaminés de Fada, formações geológicas localizadas no nordeste de Goiás, estão abertas para visitação com acesso controlado. Para conhecer o local, é preciso fazer uma reserva pela internet, escolher data e horário e contratar o acompanhamento de um condutor credenciado.
O ingresso custa a partir de R$ 70 por pessoa, conforme a categoria do visitante. O condutor é pago à parte: são R$ 200 por grupo de até seis pessoas, incluindo crianças. O valor deve ser entregue diretamente ao guia no dia do passeio e pode ser pago em dinheiro ou Pix.
A trilha tem aproximadamente 3 quilômetros e dificuldade moderada. O percurso completo dura cerca de duas horas. Para reduzir os impactos sobre as formações naturais, a capacidade está limitada a 50 visitantes por dia.
Como fazer a reserva
O agendamento é realizado no site oficial das Chaminés de Fada. O visitante deve procurar pelo passeio “Chaminés de fada”, selecionar no calendário o dia da visita e escolher um dos horários disponíveis para chegada e entrada.
Depois, é necessário informar o número de participantes, de acordo com as faixas etárias e categorias apresentadas pelo sistema. Na sequência, o visitante escolhe um dos condutores credenciados disponíveis e conclui a reserva dos ingressos.
O pagamento do condutor não é feito junto com a compra do ingresso. A remuneração de R$ 200 fica para o dia da visita.
Regras durante o passeio
Os visitantes devem permanecer nas áreas autorizadas e seguir a sinalização. Não é permitido deixar o percurso definido, subir nas formações ou retirar pedras, minerais e outros materiais naturais do local. Também são proibidas atividades que possam provocar impactos ou danos ao patrimônio natural.
A entrada dos grupos é organizada pelos condutores. Um novo grupo só pode acessar a área depois que o anterior sair, evitando o encontro de diferentes visitantes e ajudando a controlar a circulação.
As estruturas foram moldadas pela erosão ao longo de milhões de anos, dentro do leito de um antigo rio. A identificação oficial foi feita por pesquisadores da Universidade Federal de Goiás (UFG). Antes da abertura ao turismo, o local passou por estudos para definir as áreas de acesso, o percurso e as medidas de preservação.








