Ouro Preto, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Chaminés de Fada, em Goiás, abrem visitação com agendamento

Passeio em Campos Belos tem trilha de 3 km, acompanhamento obrigatório e limite de até 50 visitantes por dia.

Chaminés de Fada, em Goiás, abrem visitação com agendamento

As Chaminés de Fada, formações geológicas localizadas no nordeste de Goiás, estão abertas para visitação com acesso controlado. Para conhecer o local, é preciso fazer uma reserva pela internet, escolher data e horário e contratar o acompanhamento de um condutor credenciado.

O ingresso custa a partir de R$ 70 por pessoa, conforme a categoria do visitante. O condutor é pago à parte: são R$ 200 por grupo de até seis pessoas, incluindo crianças. O valor deve ser entregue diretamente ao guia no dia do passeio e pode ser pago em dinheiro ou Pix.

A trilha tem aproximadamente 3 quilômetros e dificuldade moderada. O percurso completo dura cerca de duas horas. Para reduzir os impactos sobre as formações naturais, a capacidade está limitada a 50 visitantes por dia.

Como fazer a reserva

O agendamento é realizado no site oficial das Chaminés de Fada. O visitante deve procurar pelo passeio “Chaminés de fada”, selecionar no calendário o dia da visita e escolher um dos horários disponíveis para chegada e entrada.

Depois, é necessário informar o número de participantes, de acordo com as faixas etárias e categorias apresentadas pelo sistema. Na sequência, o visitante escolhe um dos condutores credenciados disponíveis e conclui a reserva dos ingressos.

O pagamento do condutor não é feito junto com a compra do ingresso. A remuneração de R$ 200 fica para o dia da visita.

Regras durante o passeio

Os visitantes devem permanecer nas áreas autorizadas e seguir a sinalização. Não é permitido deixar o percurso definido, subir nas formações ou retirar pedras, minerais e outros materiais naturais do local. Também são proibidas atividades que possam provocar impactos ou danos ao patrimônio natural.

A entrada dos grupos é organizada pelos condutores. Um novo grupo só pode acessar a área depois que o anterior sair, evitando o encontro de diferentes visitantes e ajudando a controlar a circulação.

As estruturas foram moldadas pela erosão ao longo de milhões de anos, dentro do leito de um antigo rio. A identificação oficial foi feita por pesquisadores da Universidade Federal de Goiás (UFG). Antes da abertura ao turismo, o local passou por estudos para definir as áreas de acesso, o percurso e as medidas de preservação.

Texto produzido pela Redação Cultura em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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