Romeu Zema (Novo) e Augusto Cury (Avante) criticaram o Supremo Tribunal Federal (STF) durante debate presidencial realizado na sexta-feira (18). O encontro foi promovido pelo G4, em parceria com o portal Metrópoles e o podcast Inteligência Ltda., e também teve questionamentos sobre o reajuste do Bolsa Família e a ausência de candidatos.
Zema afirmou que o STF se tornou um “balcão de negócios” e disse que ministros estariam se aliando, conversando, viajando e fazendo negócios com Daniel Vorcaro. O candidato também defendeu o afastamento de juízes e magistrados envolvidos em corrupção e a realização de “grandes reformas”.
Ao comentar o Bolsa Família, Zema classificou o reajuste como uma “medida populista”. Ele também criticou o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), a quem atribuiu a responsabilidade por impedir a votação do impeachment de ministros do Supremo. Na fala, mencionou ainda o Banco Master.
Cury avaliou que acontecimentos recentes envolvendo o STF foram “quase que um teatro”. O candidato citou o pedido de vista feito por Flávio Dino e afirmou que problemas do país estariam sendo deixados de lado. Como propostas, defendeu uma reforma no Judiciário, mandato de oito anos para ministros do STF e investigação de “ministros corruptos”.
Samara Martins (Unidade Popular) abriu sua participação defendendo o fim da escala 6×1, 100% de aumento do salário mínimo, o “enfrentamento aos ricos” e a suspensão do pagamento da dívida pública. Ela não comentou o STF durante o debate.
Renan Santos (Missão), Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Flávio Bolsonaro (PL) e Ronaldo Caiado (PSD) não participaram do encontro.







