RIO DE JANEIRO — A concessionária Águas do Rio afirmou que a mancha escura encontrada na praia de Copacabana não tem relação com o sistema de esgotamento sanitário. Em nota, a empresa disse que o serviço está funcionando normalmente.
A marca apareceu na quinta-feira (10), em um trecho entre os postos 4 e 5, na zona sul do Rio de Janeiro, perto do Museu da Imagem e do Som. Técnicos do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) estiveram no local para avaliar o fenômeno.
Hipóteses analisadas
O Inea relacionou o surgimento às chuvas e aos ventos registrados na cidade ao longo desta semana. Para o órgão, a área pode revelar um mineral que ficou exposto depois desse período de condições climáticas intensas.
Outra hipótese é que a mancha seja resultado de poluição levada ao mar pelas galerias de águas pluviais após extravasarem. O Inea também explicou que a areia da praia reúne camadas sedimentares com materiais de granulometrias e densidades diferentes.
A Fundação Rio Águas, órgão da prefeitura responsável pelas galerias pluviais, não respondeu ao contato.







