Ouro Preto, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Exames devem confirmar se ossada achada em Goiás é de Jefferson Mota

Roupas e aparelho ortodôntico encontrados com os restos são compatíveis com os itens usados pelo marceneiro desaparecido.

Exames devem confirmar se ossada achada em Goiás é de Jefferson Mota

A identificação de uma ossada humana localizada em uma área de mata em Goiás depende agora de exames genéticos. O material foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), e a previsão é que os testes de DNA confirmem a identidade e indiquem a causa da morte em até 30 dias.

Os restos foram encontrados pelo Corpo de Bombeiros de Goiás nesta quarta-feira (16), durante buscas feitas com cães farejadores em uma vala de uma região de mata fechada, próxima ao Setor Vale do Sol. Jefferson Mota, marceneiro de 43 anos, está desaparecido desde julho.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, havia uma camiseta e uma calça jeans junto à ossada. As peças tinham as mesmas cores das roupas usadas por Jefferson no dia em que desapareceu. Também foi localizada uma arcada dentária com aparelho ortodôntico semelhante ao utilizado pelo marceneiro.

O desaparecimento

Jefferson sumiu em 24 de julho, depois que o carro que dirigia bateu em um poste na GO-070. Um vídeo gravado por populares mostra o homem saindo do veículo aparentemente desorientado e ferido.

Testemunhas disseram que ele seguiu a pé para uma área de mata perto do local do acidente. Depois disso, não foi mais visto. A família participou das buscas e chegou a oferecer R$ 30 mil por informações que levassem à localização de Jefferson, mas não houve resultado.

As buscas dos bombeiros foram retomadas em 25 de agosto e ampliadas ao longo do período. A corporação localizou a ossada somente nesta quarta-feira (16). Apesar da compatibilidade entre os objetos encontrados e os pertences de Jefferson, a confirmação oficial ainda depende da perícia genética.

Texto produzido pela Redação Cultura em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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