Ouro Preto, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Parklet em Anápolis passa por teste de até seis meses antes de possível regulamentação

Primeira estrutura está em avaliação no Jundiaí, enquanto outros quatro pedidos aguardam análise técnica do município.

Parklet em Anápolis passa por teste de até seis meses antes de possível regulamentação

O primeiro parklet em teste na cidade será acompanhado por aproximadamente três a seis meses antes de a Prefeitura de Anápolis decidir quais ajustes podem ser necessários e se o modelo poderá receber uma regulamentação própria. A estrutura foi instalada no bairro Jundiaí, onde outros quatro pedidos também estão em análise.

O equipamento ocupa vagas destinadas a veículos e pode ampliar a área de convivência e atendimento de bares, restaurantes e outros estabelecimentos. O espaço pode corresponder a até dois carros estacionados, desde que sejam preservadas a circulação de pedestres, a acessibilidade e a organização da calçada e da via pública.

Como os pedidos são avaliados

Como Anápolis ainda não tem regras específicas para parklets, cada solicitação é examinada individualmente com base nas normas municipais para o uso de áreas públicas. O comerciante deve apresentar o pedido à Diretoria de Fiscalização de Posturas. A Companhia Municipal de Trânsito e Transporte (CMTT) também participa da análise, principalmente nos aspectos relacionados à segurança da via.

A avaliação considera a circulação de veículos, as características da rua, a acessibilidade da calçada, a passagem necessária para pedestres, a sinalização, as condições de segurança e os possíveis impactos da estrutura no entorno. O processo leva, em média, de 40 a 60 dias, dependendo de cada caso.

A implantação, a construção e os custos do parklet ficam sob responsabilidade do comerciante, que também paga pelo uso da área pública. Mesmo depois da autorização, o espaço continua sujeito à fiscalização, incluindo a verificação da passagem livre na calçada e do cumprimento das regras estabelecidas.

“É um modelo que estamos estudando e pode ser uma ótima alternativa para locais como o Centro de Anápolis, a depender da via, contribuindo para que a região ganhe vida”, afirmou Thiago de Sá, secretário de Obras, Habitação, Planejamento Urbano e Meio Ambiente.

Possível regra municipal

O modelo já é adotado em cidades como São Paulo, Belo Horizonte e Goiânia. Em Anápolis, a experiência poderá orientar uma futura regulamentação. A discussão também pode avançar durante a revisão do Plano Diretor, atualmente em andamento, para que o município defina critérios próprios para esse tipo de ocupação.

Texto produzido pela Redação Cultura em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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