Ouro Preto, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Servidor é afastado após denúncia de violência sexual em CMEI de Anápolis

Secretaria Municipal de Educação abriu sindicância e informou que funcionário de 68 anos colaborará com a apuração.

Servidor é afastado após denúncia de violência sexual em CMEI de Anápolis

A Secretaria Municipal de Educação informou que afastou um funcionário de um Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) após uma denúncia de violência sexual envolvendo uma menina de 3 anos. A pasta também instaurou uma sindicância e disse que colabora com as autoridades responsáveis pela investigação.

O servidor, que atua na segurança da unidade localizada no bairro Filostro Machado, tem 68 anos e trabalha há 24 anos na rede municipal, segundo a secretaria. Ainda conforme o órgão, não há histórico de conduta irregular. A avaliação de outras medidas ficará para depois da conclusão do inquérito.

Denúncia e atendimento

Familiares procuraram a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) para relatar que a criança teria sido vítima de violência sexual no CMEI. A suspeita surgiu depois que a mãe percebeu alterações na menina ao trocar sua fralda após a volta da escola.

Aos parentes, a criança teria mencionado um homem a quem chamava de “vovô da escola”. Ela passou por avaliação no Instituto Médico-Legal (IML), e a família afirma ter buscado novos procedimentos durante o andamento da apuração.

A madrinha da menina, Maria Eduarda, publicou vídeos nas redes sociais sobre as dificuldades enfrentadas pelos familiares para obter encaminhamentos. Segundo ela, a família recebeu inicialmente a informação de que alguns procedimentos poderiam demorar e que seria necessário aguardar até dezembro. Após insistência, novos encaminhamentos foram feitos.

Maria Eduarda também relatou críticas ao atendimento recebido pelos parentes. De acordo com a familiar, uma médica teria dito à mãe da criança que deveria “cuidar melhor dela”.

Investigação em andamento

A família afirmou que tornou o caso público para ampliar a visibilidade da denúncia e cobrar rapidez na apuração. Maria Eduarda descreveu a angústia vivida pelos parentes no período entre o suposto episódio e os primeiros procedimentos: “Vocês imaginam a agonia que foi todos estes dias”.

Os familiares esperam que a investigação esclareça o ocorrido e que eventuais responsáveis sejam responsabilizados. Não há informação sobre prisão ou indiciamento do suspeito. A identidade da criança é preservada por se tratar de possível vítima de violência sexual.

Texto produzido pela Redação Cultura em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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