Ouro Preto, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Vênus alcança maior intensidade luminosa e será visível após o pôr do sol

O planeta poderá ser observado a olho nu no horizonte oeste, pouco depois do anoitecer, com brilho superior ao das estrelas próximas.

Vênus alcança maior intensidade luminosa e será visível após o pôr do sol

A posição de Vênus no céu muda nesta sexta-feira (18), quando o planeta alcança seu maior brilho. A observação deve ser feita pouco depois do anoitecer, na direção oeste, onde o Sol se põe. Como estará próximo ao horizonte, Vênus aparecerá como um ponto muito luminoso e poderá ser identificado sem telescópio ou binóculos.

A intensidade prevista é de aproximadamente magnitude -4,8. Com esse brilho, o planeta deverá se destacar diante de todas as estrelas próximas, inclusive enquanto o céu ainda não estiver completamente escuro.

O que explica o brilho

O fenômeno resulta da combinação entre a distância de Vênus em relação à Terra, o tamanho aparente de seu disco e a porção iluminada pelo Sol que pode ser vista daqui.

O planeta se aproxima do alinhamento em que ficará entre a Terra e o Sol. Nesse processo, chega mais perto da Terra e parece maior no céu, mas apresenta uma parcela progressivamente menor de sua superfície iluminada. A maior intensidade ocorre por causa do equilíbrio entre essas duas condições.

Após o pico de brilho em 18 de setembro, Vênus seguirá, no céu, em direção aparente ao Sol. A trajetória continuará até o momento em que o planeta passe entre a Terra e o astro.

Um planeta visível e extremo

Segundo a NASA, Vênus é o segundo planeta a partir do Sol e o vizinho planetário mais próximo da Terra. Considerando os objetos naturais observados no céu terrestre, ocupa o terceiro lugar em brilho, atrás do Sol e da Lua.

Quando aparece antes do amanhecer, é chamado de “estrela-d’alva”. Depois do pôr do sol, recebe o nome de “estrela-vespertina”. Apesar desses nomes, Vênus não é uma estrela: ele reflete a luz solar.

O planeta tem dimensões e estrutura semelhantes às da Terra, mas suas condições de superfície são muito diferentes. A atmosfera extremamente densa produz um intenso efeito estufa, e a temperatura média chega a aproximadamente 467°C, suficiente para derreter chumbo. A pressão atmosférica na superfície equivale a cerca de 93 vezes a pressão ao nível do mar terrestre.

Texto produzido pela Redação Cultura em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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