Ouro Preto, Sexta-feira, 2 de outubro de 2026
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Cinebiografia de Leandro e Leonardo começa a definir elenco

Longa dirigido por Jayme Monjardim terá filmagens no início de novembro e contará a trajetória da dupla sertaneja.

Cinebiografia de Leandro e Leonardo começa a definir elenco

A cinebiografia de Leandro e Leonardo iniciou os testes para escolher os atores que vão interpretar a dupla sertaneja. Intitulado “Não Aprendi a Dizer Adeus”, o filme será dirigido por Jayme Monjardim e tem filmagens previstas para começar no início de novembro.

Entre os artistas submetidos aos testes estão Luiz Carlos Vasconcelos, Cyria Coentro, Eduardo Borelli e o cantor João Henrique. Também está cotada Alessandra Maestrini, que poderá interpretar Ede Cury, assessora que acompanhou Leonardo desde a época da dupla e morreu em dezembro de 2025.

João Henrique foi revelado aos 13 anos no “The Voice Kids” e tem Leonardo como padrinho musical. Os trabalhos de seleção ainda não definiram publicamente quais papéis caberão a cada nome.

A história da dupla

A trama começa em 1998, quando Leandro enfrentava o câncer que provocaria sua morte, aos 36 anos. A narrativa acompanha Leonardo diante da necessidade de subir sozinho ao palco enquanto o irmão permanece internado.

A partir daí, flashbacks vão recuperar a infância da família, a formação da dupla e a chegada ao sucesso nacional. O título do longa vem de “Não Aprendi a Dizer Adeus”, música composta por Joel Marques e lançada originalmente por Juliano Cezar em 1990. A canção ganhou projeção nacional com a gravação dos irmãos no ano seguinte.

O interesse de João Guilherme

A relação de Leonardo com o elenco também aparece na ausência de João Guilherme da lista divulgada nesta quinta-feira (1º/10). Filho do cantor, ele havia demonstrado interesse pelo projeto em maio.

Em entrevista ao AdoroCinema, João Guilherme disse que não queria interpretar o próprio pai e apontou o papel de Leandro: “Queria fazer meu tio Leandro”. O ator afirmou ter percebido semelhanças físicas com o tio ao rever fotografias e revistas antigas guardadas pela mãe.

“Seria bonito pro meu pai também, ao invés de ver o filho dele fazendo ele, que entra num lugar de comparação, e eu não acho que é um lugar de comparação bacana”, declarou.

Texto produzido pela Redação Cultura em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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