Terça-feira, 8 de setembro de 2026
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Chico Pinheiro chega à 11ª semana de quimioterapia e celebra alta com dança viral

Internado no HCor, jornalista falou sobre o tratamento contra câncer no intestino, elogiou o SUS e brincou com o “six-seven”.

Chico Pinheiro chega à 11ª semana de quimioterapia e celebra alta com dança viral

Chico Pinheiro usou um vídeo gravado no Hospital do Coração (HCor) para marcar a reta final de uma etapa do tratamento contra um câncer no intestino. Aos 73 anos, o jornalista contou que está na 11ª semana de quimioterapia, depois de passar por duas cirurgias.

O tratamento prevê 12 semanas de quimioterapia. No registro, feito no quarto da unidade localizada no bairro Paraíso, em São Paulo, Chico afirmou que falta pouco para concluir essa fase e deixar o hospital. Ele também fez a coreografia associada ao viral “six-seven”, expressão que aparece na fala de jovens nas redes sociais.

“Duas cirurgias depois, mais 12 semanas de quimioterapia, essa é a 11ª, para eu me livrar do câncer”, disse o jornalista. Em seguida, brincou que pretende “farmar aura” quando receber alta, repetindo a expressão e a sequência “six-seven” enquanto dançava.

Elogio ao atendimento pelo SUS

No vídeo, com menos de um minuto, Chico Pinheiro também destacou o atendimento médico recebido por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). Ele defendeu que a qualidade do tratamento oferecido no hospital esteja disponível para toda a população e mencionou a próxima eleição.

“a qualidade do tratamento aqui tem que ser assim para todo mundo, graças ao Sistema Único de Saúde”, afirmou.

O câncer de intestino, também chamado de câncer colorretal ou de cólon, está entre os tipos mais comuns da doença em homens e mulheres. A detecção precoce aumenta as chances de cura, de acordo com o Serviço Nacional de Saúde (NHS) do Reino Unido.

A organização informa que são diagnosticados 44.100 novos casos de câncer de intestino por ano e que ocorrem 17.400 mortes. Nove em cada dez diagnósticos são registrados em pessoas com mais de 50 anos de idade.

Entre os sinais de alerta estão mudanças persistentes nos hábitos intestinais, sangue nas fezes, sensação de evacuação incompleta, dor abdominal, perda de peso sem explicação e fadiga ou fraqueza.

Texto produzido pela Redação Cultura em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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