No domingo, 13, Zara Larsson transformou o Palco Sunset do Rock in Rio em um espaço de cores vibrantes, coreografias e pop feito para divertir. A apresentação reuniu uma das maiores plateias da área, em contraste com o público vestido de preto e vermelho que acompanhava Twenty One Pilots, atração que encerrou o festival.
Mesmo com a chuva, capas de chuva rosa e roxas apareceram entre os fãs. No palco, a cantora apostou em um universo de tons pastel, com bailarinas e uma banda formada apenas por mulheres tocando ao vivo. Zara manteve o microfone ligado durante a maior parte do show e conversou bastante com o público, interrompendo a parte cantada apenas nas coreografias mais elaboradas.
A apresentação começou com Midnight Sun, faixa que dá nome ao novo álbum da artista e foi inspirada no sol da meia-noite da Suécia, país natal de Zara. A música também voltou no encerramento, quando a plateia estava ainda mais empolgada. Parte do público se levantou nos ombros de outras pessoas e formou, com o corpo, uma espécie de golfinho.
Sucessos e proximidade com o público
A resposta mais forte veio nas faixas Pretty Ugly, Stateside e Symphony. Em Lush Life, música que tornou Zara conhecida mundialmente, ela repetiu a tradição de chamar alguém da plateia para cantar e dançar ao seu lado.
A cantora já havia se apresentado no Palco Mundo do Rock in Rio em 2024. Em 2026, retornou ao festival em outro palco, mas com uma presença associada ao pop mainstream e impulsionada pelo álbum Midnight Sun e pela faixa homônima. A identidade solar que apresenta hoje, segundo a própria trajetória descrita, foi descoberta depois de um vídeo no TikTok.
Ao fim do show, Zara disse: "Espero que vocês voltem um pouco mais felizes". A proposta se confirmou em uma apresentação centrada no entretenimento, no colorido e na ambição de ocupar um lugar de destaque no pop.








