Ouro Preto, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Accept chega aos 50 anos com Wolf Hoffmann olhando para o futuro

Guitarrista diz que a formação atual, com Mark Tornillo, supera para ele até o período mais celebrado da banda.

Accept chega aos 50 anos com Wolf Hoffmann olhando para o futuro
Foto: Napalm Records - Christoph Vohler

A retrospectiva dos 50 anos do Accept fez Wolf Hoffmann rever a própria relação com a história da banda. O guitarrista, porém, diz que o momento atual é o que mais o satisfaz em toda a trajetória do grupo — inclusive quando comparado aos anos 1980.

A avaliação foi dada em entrevista ao programa Full Metal Jackie, durante uma conversa sobre o balanço da carreira. Hoffmann destacou especialmente a formação que conta com o vocalista Mark Tornillo, integrante do Accept há 17 anos.

Um olhar menos nostálgico

Hoffmann afirmou que os anos 1990 foram um período sombrio para o grupo, seguido por uma pausa nas atividades. Ainda assim, sua preferência recai sobre os trabalhos recentes. O músico levantou a possibilidade de a banda estar mais consciente do que faz e mais sábia, mas colocou em dúvida a própria explicação.

O guitarrista também se descreveu como alguém pouco nostálgico, que não costuma permanecer preso ao passado. A preparação do projeto comemorativo, no entanto, o levou a revisitar o catálogo e a organizar participações de convidados. Nesse processo, percebeu que o material se aproximava de um currículo em áudio do Accept.

“De repente eu me sinto velho”, declarou Hoffmann, ao admitir que a dimensão da marca alcançada pelo grupo começou a se tornar concreta para ele. No início da banda, segundo o músico, ninguém esperava que a carreira durasse cinco meses, muito menos cinco décadas. Naquele momento, a cena do metal ainda estava em formação e não havia referências de trajetórias tão longas no gênero.

O próximo passo

O projeto que acompanha o aniversário se chama “Teutonic Titans 1976-2026”. O álbum reúne 19 faixas, com releituras do repertório clássico e a participação de dezenas de convidados.

Para Hoffmann, o mergulho na história serviu como uma recarga. Depois de 17 álbuns de estúdio lançados pelo Accept, ele afirmou estar motivado para trabalhar no próximo disco inédito da banda.

Texto produzido pela Redação Cultura em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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