Ouro Preto, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Seis chefes de escritório traduzidos por bandas de metal

De reuniões intermináveis a gestores ausentes, seis perfis de chefia encontram equivalentes no metal — e alguns podem aparecer na mesma pessoa.

Seis chefes de escritório traduzidos por bandas de metal

Há chefes que transformam qualquer conversa em uma faixa interminável, outros que desaparecem por semanas e ainda aqueles que mudam de ideia antes mesmo de a equipe conseguir acompanhar. No escritório, na obra ou em uma agência, esses perfis podem ser reconhecidos — às vezes, todos de uma vez. No metal, cada um ganha uma banda correspondente.

O chefe que nunca chega ao ponto

O gestor do áudio de quatro minutos é o Dream Theater. Ele evita escrever, se alonga em qualquer assunto e parece incapaz de encerrar uma questão. A referência é a faixa de 42 minutos de “Six Degrees of Inner Turbulence”: quando a reunião termina, a próxima já começa com uma dúvida que havia sido respondida.

Quem marca reunião às 18h de sexta-feira se aproxima do Slayer. Sem introdução ou espaço para negociação, o encontro deveria ser rápido como “Reign in Blood”, que dura 29 minutos. Mas a promessa de ir embora pode se estender até as 20h. O silêncio, nesse caso, assusta mais do que os gritos.

Controle, discurso e ausência

O microgerenciador é representado pelo Meshuggah. Ele contabiliza cada hora, separa todas as etapas e questiona a ordem de cada tarefa. O trabalho pode até parecer tecnicamente preciso, mas a equipe passa mais tempo contando do que trabalhando.

Já o chefe que chama o ambiente de uma família tem a trilha sonora do Manowar. Fala em irmandade, guerreiros e glória compartilhada enquanto “Brothers of Metal” acompanha a promessa de união. Quando surge um pedido de aumento, a resposta vem em forma de discurso motivacional, e o holerite permanece igual.

O chefe ausente é o Tool. Ele não responde e-mails, falta às reuniões e deixa a equipe seguir sozinha. Quando reaparece, cobra tudo como se nunca tivesse saído. A banda ficou 13 anos entre “10,000 Days” e “Fear Inoculum”, intervalo que ajuda a explicar o perfil.

Mudança constante

O chefe que troca de direção toda semana é o Metallica. Na segunda-feira, quer agilidade; na quarta, exige processo; na sexta, decide reinventar a área com uma consultoria. Entre a fase de “Master of Puppets” e a de “Lulu”, a equipe nunca sabe qual versão vai atender o telefone.

Texto produzido pela Redação Cultura em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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