Ouro Preto, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Música

Gastão Moreira elogia show de Elton John no Rock in Rio 2026

Apresentador destacou músicos, repertório e força vocal do britânico, mas criticou a transmissão e o tamanho do festival.

O show de Elton John no Rock in Rio 2026 foi descrito por Gastão Moreira como uma demonstração do que ele considera música de verdade. Em vídeo publicado no YouTube, o apresentador comparou a apresentação do britânico à produção grandiosa dos festivais atuais e afirmou que o cantor “deu uma aula pra molecada”.

Elton John tem 79 anos, enfrenta dificuldades de locomoção e pode ter feito sua despedida do Brasil no festival. De acordo com a análise de Gastão, ele começou a noite com a voz ainda fria, mas ganhou força ao longo da apresentação e terminou cantando com potência. O cantor usou teleprompter para acompanhar as letras, sem recorrer a partituras.

Repertório e músicos

A banda também recebeu destaque. Gastão citou o guitarrista Davey Johnstone, líder do grupo desde 1971, o baterista original Nigel Olsson, que tocou de luvas, e o percussionista Ray Cooper. John Mahon, o tecladista Kim Bullard e o baixista Matt Bissonette, irmão de Gregg Bissonette, também foram mencionados.

O repertório se concentrou nos anos 1970, com ao menos uma música de cada grande disco. A abertura teve “Funeral for a Friend” e “Bennie and the Jets”. “Rocket Man” e “Levon” ganharam trechos instrumentais longos, interpretados por Gastão como momentos de descanso para a voz.

“Candle in the Wind” foi dedicada a Marilyn Monroe, cujo centenário é celebrado neste ano. “Saturday Night's Alright (For Fighting)” apareceu como a maior surpresa da noite para o apresentador. Depois de “Cold Heart”, parceria com Dua Lipa, Elton John agradeceu ao Brasil e encerrou com “Skyline Pigeon” e “Your Song”.

Gastão também fez críticas. Para ele, a transmissão prejudicou o espetáculo ao concentrar boa parte das imagens em uma câmera lateral, que mostrava o perfil do cantor ao piano. O apresentador defendeu a inclusão de um ângulo frontal e avaliou que o show funcionaria melhor em um espaço fechado, mesmo com 10 mil pessoas, do que no formato gigantesco do festival.

Ainda assim, ele afirmou ter visto a plateia emocionada e resumiu Elton John como um professor. A apresentação, na avaliação de Gastão, evidenciou a importância dos músicos e das canções mesmo sem coreografias, grandes painéis de LED ou efeitos de luz.

Texto produzido pela Redação Cultura em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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