Ouro Preto, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Google corrige registro que apontava morte de Billy Joel aos 77 anos

A plataforma atribuiu o erro à vandalização de fontes públicas; assessora confirmou que o músico está vivo e em recuperação.

Google corrige registro que apontava morte de Billy Joel aos 77 anos
Foto: Marina Chavez - Warner Records

O Google informou que já retirou da Busca o registro que indicava a morte de Billy Joel. A plataforma negou que a alteração tivesse sido feita manualmente e explicou que dados exibidos podem ser afetados quando fontes públicas são vandalizadas.

A informação apareceu na quinta-feira, 17 de setembro, durante pesquisas sobre o músico. O registro apontava que ele havia morrido aos 77 anos. A assessora Claire Mercuri confirmou que Joel está vivo e concentrado na recuperação. Em nota, ela declarou: “Billy não morreu. Acabei de falar com ele por email.”

O episódio ocorre depois de o artista revelar que passou por uma cirurgia para tratar a hidrocefalia de pressão normal, diagnosticada em 2025. Antes do procedimento, ele vinha enfrentando alterações na audição, na visão e no equilíbrio, sintomas que se intensificaram com a continuidade das atividades no palco. A condição também pode provocar dificuldades de raciocínio lógico e perda do controle da bexiga, além de estar relacionada ao acúmulo de líquido cefalorraquidiano nos ventrículos do cérebro.

Joel iniciou a carreira em 1964 e já vendeu mais de 160 milhões de cópias de seus álbuns no mundo. Embora tenha lançado pouco material inédito, disponibilizou em 2024 a primeira música nova em mais de uma década, “Turn the Lights Back On”.

Antes do problema de saúde, o músico continuava realizando turnês e temporadas no Madison Square Garden, em Nova York. Ele já se apresentou mais de 100 vezes no local. Sobre o erro, o Google afirmou: “Isso não está mais aparecendo e não foi uma alteração manual feita pelo Google.”

Texto produzido pela Redação Cultura em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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