Regis Tadeu contou que disse a Tim “Ripper” Owens, em uma conversa de camarim, que não gostava do KK’s Priest. O relato foi feito durante a live semanal do jornalista no YouTube, enquanto o painel discutia o rompimento entre K.K. Downing e o Judas Priest.
De acordo com Regis, foi Owens quem iniciou o assunto e perguntou sua opinião sobre o trabalho. A resposta veio acompanhada de uma avaliação negativa sobre o projeto do guitarrista. Minutos antes, o jornalista já havia classificado como horroroso o rumo tomado por Downing depois de deixar a banda britânica.
Para Regis, a trajetória do KK’s Priest exemplifica a dificuldade de músicos que saem de grupos consolidados e não conseguem manter sozinhos o mesmo patamar artístico. Ele também citou a sequência envolvendo Downing: o guitarrista processou o Judas Priest, perdeu a ação e depois quis voltar à turnê de 50 anos da banda. Na avaliação do jornalista, essa série de decisões não permitiria cobrar uma reconciliação anos mais tarde.
Elogios a Owens
A crítica de Regis foi direcionada ao projeto, não ao vocalista. Ao responder a um espectador que perguntou se Owens merecia maior reconhecimento comercial, o jornalista concordou e destacou a desenvoltura do cantor. Também afirmou que Owens não faz frescura, característica que costuma valorizar em músicos veteranos.
A conversa ainda abordou os dois álbuns gravados por Owens com o Judas Priest: “Jugulator”, de 1997, e “Demolition”, de 2001. O segundo foi considerado superior aos dois durante a discussão. Regis conferiu a ficha técnica ao vivo para confirmar que a produção era de Glenn Tipton e, ao ler o nome, brincou que o produtor seria um novato, provocando risadas entre os convidados.







