Terça-feira, 8 de setembro de 2026
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Scott Ian explica faixa controversa do S.O.D. como “pró-Israel” e “pró-Egito”

Guitarrista do Anthrax falou sobre “Fuck the Middle East”, música do primeiro álbum do Stormtroopers of Death.

Scott Ian explica faixa controversa do S.O.D. como “pró-Israel” e “pró-Egito”

A música “Fuck the Middle East”, do Stormtroopers of Death (S.O.D.), foi descrita por Scott Ian como uma composição “pró-Israel” e “pró-Egito”. A faixa aparece no primeiro disco do grupo, “Speak English or Die”, lançado em 1985, e dura menos de 30 segundos.

Fundador do Anthrax e guitarrista nova-iorquino, Ian também integrou o S.O.D., projeto de crossover thrash formado na década de 1980. A banda ficou conhecida por canções curtas, agressivas e frequentemente marcadas por letras provocativas.

A explicação de Scott Ian

Em entrevista concedida à Tablet Magazine em 2011, o músico foi questionado sobre o conteúdo de “Fuck the Middle East”. Ao comentar a composição, citou Síria, Irã e Iraque e afirmou que a situação nesses países havia piorado.

“Não posso te dizer especificamente o que estava acontecendo politicamente naquela época. Sei que muita coisa ruim estava acontecendo”, disse Scott.

O guitarrista também abordou a postura adotada pelo S.O.D. e afirmou, com ironia, que talvez o mundo tivesse sido diferente se as pessoas tivessem seguido as “soluções” sugeridas pela banda na letra. Segundo ele, depois de 26 anos, a situação continuava pior, embora tenha mencionado uma possível melhora no Líbano.

Ao ser questionado sobre o país, Scott reconheceu que o cenário político libanês havia melhorado em relação aos anos 1980. Em seguida, voltou ao tom sarcástico para dizer que o grupo teria respostas para os problemas do Oriente Médio: “Nós tínhamos todas as respostas”.

Os versos da música são carregados de impropérios. O título da faixa significa “F*da-se o Oriente Médio”, e a tradução da letra pode ser conferida no site Letras.

Texto produzido pela Redação Cultura em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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