Scott Ian não separa faixas de “Reign in Blood” quando escuta o disco. Para o guitarrista do Anthrax, o terceiro álbum de estúdio do Slayer funciona como uma obra única e deve ser acompanhado do começo ao fim.
Em entrevista à revista The Quietus, Ian lembrou que teve acesso ao álbum antes do lançamento, em 1986, e contou que a primeira audição causou forte impacto. “Tive a oportunidade de ouvir 'Reign in Blood' antes de seu lançamento e aquilo simplesmente mexeu com a minha cabeça.”
Um álbum de 29 minutos
A duração do disco é um dos argumentos do músico para defendê-lo como uma experiência completa. Com 29 minutos, “Reign in Blood” reúne músicas como “Angel of Death” e “Jesus Saves”, mas Ian afirma que não costuma escolher apenas uma delas.
O guitarrista disse que continua ouvindo o trabalho inteiro, considerando a relação entre as faixas e o contexto do álbum. Para ele, não há um trecho dispensável na obra, que também inclui “Raining Blood”. “Você ouve 'Reign in Blood' do começo ao fim”, afirmou.
Lançado em 1986, o disco é associado à fase de consolidação do thrash metal na década de 1980. O trabalho colocou o Slayer entre os nomes de destaque do gênero e segue como a principal referência do grupo, de acordo com as informações apresentadas sobre a banda.
Apresentação no Brasil
O Slayer deve tocar “Reign in Blood” na íntegra em uma apresentação no Brasil. O show está marcado para 17 de dezembro de 2026, quando a banda celebrará os 40 anos do álbum com a execução completa do repertório.







