Ouro Preto, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Maceió combina mar, lagoa e artesanato em roteiros além da praia

Orla urbana, piscinas naturais, Lagoa Mundaú e tradições do Pontal da Barra compõem a experiência turística na capital alagoana.

Maceió combina mar, lagoa e artesanato em roteiros além da praia

Maceió organiza sua experiência turística em torno de duas paisagens de água: o mar e a Lagoa Mundaú. Entre praias urbanas, piscinas naturais, bairros históricos e produção artesanal, a capital de Alagoas oferece caminhos que vão além da faixa litorânea mais conhecida.

A orla marítima concentra hotéis, restaurantes, ciclovias, quiosques e áreas para caminhada. Pajuçara, Ponta Verde e Jatiúca formam o trecho de maior circulação turística, mas cada bairro tem características próprias. Pajuçara é ponto de saída das jangadas rumo às piscinas naturais durante a maré baixa. Ponta Verde reúne espaços usados para caminhar e tomar banho de mar. Jatiúca combina praia, hospedagem, restaurantes e áreas residenciais.

Em 2026, a Nova Orla de Jaraguá passou a fazer a ligação entre o bairro histórico e Pajuçara, com um espaço de lazer e convivência junto ao mar. A paisagem, no entanto, pode mudar conforme maré, vento e chuva, fatores que interferem na transparência da água, na faixa de areia e na formação das piscinas naturais.

A paisagem da Lagoa Mundaú

A Lagoa Mundaú acrescenta uma segunda frente de água à cidade. Sua orla lagunar se estende por aproximadamente 24 quilômetros e atravessa bairros ligados historicamente à pesca, à coleta de sururu, ao artesanato e à ocupação urbana.

A lagoa integra o Complexo Estuarino-Lagunar Mundaú-Manguaba. A Lagoa Manguaba fica principalmente em municípios vizinhos, diferença geográfica que impede tratar as duas como se estivessem inteiramente dentro de Maceió.

No Pontal da Barra, área situada entre a Lagoa Mundaú e a costa, pesca, restaurantes e produção artesanal dividem espaço. O bordado filé é uma das referências culturais do bairro e se relaciona à identidade das comunidades da região lagunar. Barcos, atividades tradicionais e o pôr do sol na lagoa ampliam o roteiro para além dos hotéis da orla oceânica.

Fluxo turístico e vida urbana

Na alta temporada 2025/2026, a ocupação da hotelaria ficou acima de 80%. Entre janeiro e março de 2026, o Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares recebeu 436,8 mil passageiros, resultado 11,46% maior que o registrado no mesmo período anterior.

O Porto de Maceió recebeu cerca de 130 mil passageiros em 37 escalas durante a temporada de cruzeiros. Os dados divulgados pela Prefeitura de Maceió em 2026 mostram a dimensão do fluxo turístico.

Com população estimada em 994.952 habitantes em 2025, Maceió também mantém comércio, universidades, serviços, bairros históricos e manifestações culturais. Praias, piscinas naturais, cultura lagunar e gastronomia podem integrar o mesmo roteiro, sem resumir a cidade ao turismo de mar.

Texto produzido pela Redação Cultura em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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