Ouro Preto, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
A cultura que acontece
Brasil

Augusto Cury chama cenário político brasileiro de “manicômio”

Candidato do Avante criticou a atuação de ministros, parlamentares e integrantes do Executivo durante visita ao Mercado Municipal de São Paulo.

O candidato à Presidência da República pelo Avante, Augusto Cury, classificou o cenário político brasileiro como um “manicômio” durante uma visita ao Mercado Municipal de São Paulo, no centro da capital paulista, neste domingo (13).

Em entrevista coletiva depois do compromisso, Cury disse que a política nacional está “tão suja e tão egocêntrica” e criticou o fato de o debate público, na avaliação dele, ficar concentrado em ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), senadores, deputados e integrantes do Executivo.

O candidato afirmou que esse grupo representa uma parcela pequena da sociedade e defendeu que os políticos prestem contas de forma mais transparente. Para Cury, ministros, parlamentares e membros do governo são empregados da população, escolhidos pelo voto ou remunerados com recursos dos contribuintes.

Durante a agenda, Cury usava uma camisa com a frase “nem picanha, nem fuzil”. Ele também declarou que pretende funcionar como uma ponte entre o “velho” e o “novo” Brasil. Entre as propostas apresentadas, citou o combate à corrupção e uma mudança na política, descrita por ele como egocêntrica, individualista e marcada por interesses familiares.

O candidato relacionou esse objetivo aos problemas enfrentados por aproximadamente 82 milhões de famílias brasileiras endividadas. A intenção, segundo ele, é colocar essas questões no centro da atuação política.

Cury chegou ao mercado por volta das 11 horas. Depois da visita, a equipe previa a gravação de conteúdos de campanha ao longo da tarde, entre as 14h30 e as 18h. A assessoria de imprensa informou que os materiais serviriam para reforçar a comunicação da plataforma e das propostas, mas não detalhou o conteúdo.

Texto produzido pela Redação Cultura em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Assine nossa newsletterAs principais notícias do dia no seu e-mail.

Mais lidas

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5