Ouro Preto, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Augusto Cury propõe mudanças no STF e rejeição a nomes ligados a Vorcaro

Candidato do Avante defendeu julgamento público sobre o Banco Master e criticou a polarização entre Lula, Flávio Bolsonaro e o STF.

Augusto Cury (Avante) pede que eleitores rejeitem quem estiver na ‘lista de Vorcaro’

O candidato à Presidência Augusto Cury (Avante) pediu que os eleitores não votem em políticos que apareçam em listas de nomes ligados ao banqueiro Daniel Vorcaro. Durante agenda na sede da RECORD, em São Paulo, ele também defendeu mudanças na composição e no funcionamento do Supremo Tribunal Federal (STF).

Cury afirmou que o julgamento relacionado às investigações sobre o Banco Master deve ser público, aberto e televisionado. O candidato pediu ao presidente do STF, ministro Edson Fachin, e aos demais integrantes da Corte que conduzam o caso até as últimas consequências e acelerem a conclusão do processo antes das eleições.

“Quem está na lista de Vorcaro não merece o seu voto, seja quem for”, declarou. Sobre a reforma do Supremo, Cury propôs que dois terços dos ministros sejam magistrados de carreira, com integrantes do Ministério Público e da advocacia completando o colegiado. Ele também criticou a duração dos mandatos atuais e defendeu que ministros indicados mais jovens permaneçam oito anos na função, com ingresso a partir dos 50 anos.

O candidato ainda propôs o fim da reeleição para presidentes, mecanismo que classificou como algo que “flerta com o comunismo”.

Críticas a adversários e à polarização

Ao comentar a Operação Dark Horse, Cury disse que o deputado federal e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) precisa prestar mais esclarecimentos. Também defendeu a punição de todos os envolvidos, sem exceção. O candidato questionou a experiência profissional do adversário e mencionou sua própria atuação empresarial.

Cury avaliou que, em um eventual segundo turno entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro, o petista venceria com ampla vantagem. Para ele, esse seria o cenário desejado por Lula, enquanto sua própria candidatura representaria o oposto dessa expectativa.

Em publicação nas redes sociais, o candidato criticou a concentração do debate político nas disputas entre Lula, Flávio Bolsonaro e na crise do STF. Ele afirmou que o país estaria sendo governado por um celular apreendido, em referência às mensagens atribuídas ao aparelho de Daniel Vorcaro.

Entre os temas que, segundo Cury, ficaram em segundo plano estão os feminicídios e a situação de jovens que não trabalham nem estudam. Ele citou a morte de uma mulher a cada cinco ou seis horas e mencionou 6,7 milhões de jovens nessa condição.

Cury também defendeu o fortalecimento das micro e pequenas empresas. A proposta é que o Brasil alcance pelo menos 10 milhões de microempresas nos próximos anos e que o BNDES seja dividido em duas instituições: uma para pequenos e microempresários e outra para grandes empresas.

Texto produzido pela Redação Cultura em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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