Ouro Preto, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Cury pede ao Supremo decisões antes da eleição sobre o caso Master

Candidato do Avante quer julgamentos públicos e rápidos de suspeitos e defende auditoria na máquina pública e combate à corrupção.

Augusto Cury cobra julgamento rápido do STF sobre envolvidos no caso Master
Foto: arquivo

O candidato à Presidência da República Augusto Cury, do Avante, pediu ao Supremo Tribunal Federal que julgue de forma pública, televisionada e rápida os envolvidos no caso Master. A cobrança foi dirigida ao ministro Edson Fachin e aos demais integrantes da Corte.

Durante uma agenda na Avenida Paulista, Cury afirmou que eventuais condenações deveriam ser conhecidas pelos eleitores antes das eleições de 4 de outubro. Para isso, defendeu que os julgamentos ocorram em até uma semana. O candidato também declarou que pessoas incluídas na lista de Daniel Vorcaro e condenadas não deveriam receber votos.

Cury passou o dia em frente ao MASP, onde instalou duas cadeiras e uma mesa na calçada para conversar com eleitores. Segundo ele, a experiência mostrou uma perda de confiança nas instituições, entre elas o STF, o Congresso Nacional e o Executivo. “O que eu vi aqui na Avenida Paulista é um país colapsado. São pessoas que se sentem completamente abandonadas”, afirmou.

Ao falar sobre o Supremo, disse estar indignado e defendeu que as instituições atuem com rapidez e transparência. Também afirmou que agentes públicos devem ser tratados como empregados da sociedade.

Na área econômica, o candidato propôs a redução dos juros com responsabilidade fiscal. Cury disse que pretende fazer uma auditoria em toda a máquina pública, reduzir sua estrutura, revisar cargos políticos e preservar os servidores. O combate à corrupção também apareceu entre suas propostas.

“Nós precisamos, urgentemente, ter um país responsável fiscalmente, acabar com essa corrupção, fazer um pacto nacional para chamar os melhores especialistas para governar essa nação”, disse.

Cury voltou a afirmar que pretende governar para a direita e para a esquerda. Também disse estar cansado do que chama de “Bolsopetismo” e afirmou que pesquisas eleitorais indicam uma possível vitória sobre o presidente Lula em um eventual segundo turno.

Texto produzido pela Redação Cultura em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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