Ouro Preto, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Caiado promete indicar quatro mulheres ao STF e defende afastamento de Moraes

Em sabatina, candidato do PSD disse que a Corte precisa de um “choque de realidade” e criticou a atuação de ministros.

Caiado defende 'choque de realidade' no STF e quer indicar quatro mulheres à Corte

O candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) afirmou que, se for eleito, indicará quatro mulheres para vagas de ministras do Supremo Tribunal Federal (STF) que ficarão abertas no próximo mandato. A declaração foi feita nesta sexta-feira, 4, durante sabatina.

Caiado disse que pretende receber e avaliar sugestões para os cargos, mas apresentou a escolha de quatro mulheres como uma decisão já tomada. “Garanto que eu resgatarei a credibilidade do Supremo Tribunal Federal colocando quatro mulheres ali”, afirmou. É a primeira vez que o candidato declara essa intenção.

Críticas ao Supremo

Na mesma sabatina, o presidenciável disse que a atuação dos ministros do STF “está deixando a desejar” quanto ao rigor exigido de quem ocupa uma cadeira na Corte. Ele também defendeu o afastamento de Alexandre de Moraes, ao mencionar a relação do ministro com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

Para Caiado, Moraes não teria tido o cuidado de se comportar como um magistrado do Supremo. Na avaliação do candidato, a Corte deveria ter afastado o ministro até que as provas fossem discutidas.

A declaração ocorreu após uma pergunta sobre a proposta de delação de Vorcaro. Segundo o relato apresentado na sabatina, ele teria dito que os R$ 5 milhões doados às campanhas de Jair Bolsonaro (PL) e Tarcísio de Freitas (Republicanos) em 2022 foram pagamento de propina articulado com Gilberto Kassab, presidente do PSD.

Caiado afirmou que os dados precisam ser apresentados e que o processo deve ser fundamentado, não baseado em suposições. Também disse que Tarcísio e Kassab negaram a informação.

O candidato voltou ainda a criticar Flávio Bolsonaro (PL) pelas revelações sobre repasses de Vorcaro para patrocinar o filme biográfico de Jair Bolsonaro. Para Caiado, Flávio não deveria ter classificado o episódio como um caso de “página virada”.

Texto produzido pela Redação Cultura em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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