Ouro Preto, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Caiado propõe teto de gastos e cortes em cenário de emergência fiscal

Presidenciável defendeu limitar despesas ao equivalente à metade do crescimento do PIB e reduzir repasses em situações emergenciais.

Caiado volta a defender PEC de Emergência Fiscal e cita medidas 'austeras' para crises

Ronaldo Caiado (PSD) afirmou que, se for eleito presidente, enviará ao Congresso Nacional uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Emergência Fiscal. A medida, segundo o candidato, criaria um teto para os gastos do governo, calculado com base em metade do crescimento do PIB.

Durante sabatina realizada nesta sexta-feira, 4, Caiado disse que crises exigiriam medidas consideradas por ele austeras. Entre as propostas estão o corte integral das emendas impositivas e a redução de 25% nos repasses destinados a todos os Poderes e órgãos independentes.

O presidenciável também defendeu a criação de um sistema baseado em inteligência artificial para indicar possíveis desvios no pagamento de benefícios. Outra medida seria uma “varredura” em todas as áreas que recebem benefícios fiscais, com o objetivo de identificar usos indevidos.

“Ao fazer isso, o que vai acontecer? Cai pela metade a taxa de juros”, afirmou Caiado.

Política internacional e tecnologia

Questionado sobre política internacional, o candidato disse que pretende “resgatar o Itamaraty brasileiro”. Para ele, o órgão se tornou “apêndice ideológico do governo”.

Caiado afirmou ainda que o país dispõe de matéria-prima, mas continua na condição de “colônia” por comprar tecnologia a preços altos. Na avaliação dele, a falta de presidentes da República impediu o país de ganhar relevância econômica no setor.

Ao comentar a família Bolsonaro, sem citar nomes, questionou a possibilidade de um presidente continuar “alimentando esse 8 de janeiro”.

Texto produzido pela Redação Cultura em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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