A disputa pelo comando de Batanga ganha novos contornos com a chegada da princesa senegalesa Binta, interpretada pela atriz angolana Lesliana Pereira, e a preparação para o retorno de Alika ao Reino. As duas movimentam a trama ao lado da Princesa Kênia, enquanto Jendal passa a enfrentar as consequências das alianças e manipulações ao seu redor.
Em “A Nobreza do Amor”, Barro Preto concentra os romances, e Batanga reúne as aventuras. Como o elenco da cidade nordestina fictícia é mais numeroso, o desenvolvimento e a exibição das histórias seguem uma proporção aproximada de cinco para um. As conexões entre África e Brasil ainda aparecem de forma limitada, mas o núcleo africano ganhou mais espaço com a presença de Binta.
Amor como ponto fraco
O casamento de Binta com Jendal coloca em choque os interesses de Inglaterra e França sobre o tungstênio de Batanga. Como o Senegal é uma colônia francesa, a princesa tenta conduzir o marido para afastar Kênia do trono e abrir caminho para seus próprios planos.
A estratégia se fortalece depois que Kênia fracassa ao tentar fugir com Dumi. Binta convence Jendal a casar a filha com Pascoal, chefe da guarda real e mercenário. Depois da humilhação sofrida na lua de mel, ele procura Binta, que o consola e o seduz.
A reação de Kênia
No começo da novela, Kênia acompanha a tirania do pai e assume o papel de menina mimada. A relação entre os dois chegou a explorar a soberba dos personagens com tom de comicidade. Após grupos de discussão considerarem exagerada a crueldade de Jendal e repetitiva a postura da filha, a redenção de Kênia, planejada desde o início, foi antecipada.
Agora integrada à resistência, Kênia enfrenta o pai e também Binta. A princesa senegalesa quer enfraquecer Jendal, entregar as riquezas de Batanga aos franceses e se tornar rainha, manipulando o marido e Pascoal.
Alika deve voltar ao Reino para tirar Jendal do poder, acompanhada de Omar e Tonho. A novela é exibida de segunda a sábado, às 18h20, pela Globo.








