Ouro Preto, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Bruno Sutter conta como Andre Matos transformou prêmio em convite no palco

Em Fortaleza, o vocalista do Massacration relembrou a participação em “Carry On” e a defesa de Andre Matos à banda.

A lembrança que Bruno Sutter guarda de Andre Matos vai além de uma participação no palco. Em entrevista ao Mariutti Team Podcast, o vocalista do Massacration contou que o músico defendeu a banda quando ela enfrentava preconceito por fazer humor com o heavy metal e, anos depois, o chamou para cantar “Carry On” durante um evento de cultura japonesa.

O convite durante o show

Andre Matos havia sido contratado para se apresentar, enquanto Bruno estava no local para vender produtos. Naquele período, o humorista tinha recebido pela primeira vez o prêmio de melhor vocalista de metal — reconhecimento que, segundo ele, já conquistou quatro vezes. A premiação mais recente ocorreu em 2025, em votação popular da Roadie Crew.

O convite surgiu no meio da apresentação. Andre apresentou Bruno como o músico que o havia destronado e o chamou ao palco. Depois, propôs que o vencedor do prêmio cantasse “Carry On” com ele.

A cena ganhou outros elementos de humor. Diante de um público formado por fãs de anime, Andre cobriu a cabeça com um pano preto, em uma imagem comparada por Bruno à de Darth Vader. Em seguida, ficou ao piano, fingindo tocar e interagindo com o convidado. Bruno assumiu os agudos da música.

Uma defesa que ficou na memória

Antes dessa participação, Andre já havia se colocado ao lado do Massacration, junto de João Gordo e de Andreas e Igor Cavalera, do Sepultura. Em uma declaração lembrada por Bruno, afirmou: “A gente tem que aprender a rir de si próprio”. Em outro momento, durante um programa da MTV, Andre disse que passou a evitar alguns trejeitos e agudos por eles serem alvo da sátira do Detonator.

Para Bruno, a relação também deixou uma reflexão sobre demonstrar afeto enquanto há tempo. Ele afirmou que conseguiu transmitir a Andre o carinho que sentia pelo trabalho do músico.

Luis Mariutti, que tocou com Andre nas turnês de “Angels Cry” e “Holy Land”, reforçou a imagem de proximidade do cantor com os fãs. Segundo o baixista, Andre permanecia no hotel conversando com o público até ser chamado para seguir ao aeroporto, mesmo quando os demais integrantes já estavam de saída.

Texto produzido pela Redação Cultura em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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