Ouro Preto, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Instituições reagem a comentário sobre O Diário de Anne Frank na Bienal

Museu do Holocausto e Federação Israelita lembraram o contexto do diário após uma jovem chamar a obra de “vitimista”.

Instituições reagem a comentário sobre O Diário de Anne Frank na Bienal

O Museu do Holocausto e a Federação Israelita afirmaram que O Diário de Anne Frank registra a experiência de uma jovem perseguida pelos nazistas durante o Holocausto. A manifestação ocorreu no Instagram, após a repercussão de um comentário feito na 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.

Durante o evento, uma frequentadora respondeu a uma TikToker que perguntava quais tinham sido o melhor e o pior livro lido na Bienal. Ao escolher O Diário de Anne Frank como o pior, ela disse considerar a obra “vitimista”.

A fala recebeu críticas de leitores, historiadores e criadores de conteúdo. As reações apontaram falta de conhecimento sobre o contexto histórico do diário e de empatia diante do relato.

Em suas publicações, as duas instituições destacaram que narrar uma experiência de sofrimento não significa transformar a vítima em uma identidade. O livro reúne o registro escrito por Anne Frank enquanto ela era perseguida pelos nazistas durante o Holocausto.

Texto produzido pela Redação Cultura em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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