SÃO PAULO — As primeiras vendas e a circulação de malas de rodinha marcaram a abertura da 28ª Bienal do Livro de São Paulo nesta sexta-feira, 4. No Distrito Anhembi, na zona norte da cidade, leitores já saíam dos estandes com novas compras, enquanto grupos escolares ocupavam parte do pavilhão.
Os ingressos para o primeiro dia ainda estão disponíveis. A programação segue até 13 de setembro, mas os dias 5, 6 e 12 de setembro já estão esgotados.
A abertura dos portões ocorreu cerca de 15 minutos antes do horário previsto. Mesmo com uma fila já formada, a entrada aconteceu de maneira organizada, sem correria. Durante a manhã, o movimento ainda não era tão intenso, mas a previsão é de que mais pessoas cheguem ao pavilhão ao longo da tarde.
As filas também começaram a aparecer dentro do evento. Havia espera para acessar estandes e participar de ativações, além de concentração nos caixas, onde foram registradas as principais filas. Editoras grandes, casas especializadas e sebos fizeram as primeiras vendas da edição.
Livros para levar
As malas de rodinha voltaram a aparecer entre os visitantes. Elas são usadas por leitores que aproveitam a Bienal para montar estoques de livros e buscam mais conforto para carregar as compras pelo pavilhão.
Os grupos escolares foram especialmente numerosos na manhã de abertura, um perfil comum nas visitas realizadas durante os dias de semana. A expectativa é de que a movimentação aumente nos próximos dias, embora a fonte não informe uma previsão específica para as filas do fim de semana.
Ao longo da programação, a Bienal do Livro de São Paulo reunirá 350 autores. A organização espera receber mais de 700 mil pessoas no Distrito Anhembi.








