O álbum homônimo do Evanescence alcançou o topo do The Billboard 200, principal parada dos Estados Unidos, apesar de ter sido o trabalho mais desafiador da carreira para Amy Lee. O disco também recebeu premiação de ouro no país, no Reino Unido, no Canadá e na Austrália.
A avaliação foi feita durante uma sessão de perguntas e respostas com a Classic Rock. Ao ser questionada sobre qual gravação considerava a pior, a vocalista e pianista voltou a 2011 e apontou o terceiro álbum de estúdio da banda.
O projeto levou mais de dois anos para ficar pronto. As primeiras sessões foram conduzidas pelo produtor Steve Lillywhite, mas acabaram suspensas depois que a gravadora não entendeu a proposta musical. A banda retomou o trabalho posteriormente, com Nick Raskulinecz na produção.
Amy Lee disse que as músicas do começo tinham outra direção. “Tinha uma pegada bem synth-pop, mas sombria e incrível”, afirmou. Segundo a cantora, aquela etapa ainda não estava totalmente amadurecida, e reconhecer isso foi difícil.
As sessões iniciais foram descartadas e o grupo reorganizou o material. Lee também afirmou que precisou redescobrir quanto necessitava do rock feito com a banda. O álbum foi o primeiro do Evanescence escrito sem que o processo criativo ficasse centralizado nela.







