Edu Falaschi afirmou que “Aurora Consurgens” é o álbum do Angra que menos escuta entre os quatro que gravou com a banda. A declaração foi dada durante uma entrevista ao podcast Mariutti Team, em resposta a uma pergunta sobre o motivo de já ter dito que ouvia pouco o disco de 2006.
“Dos quatro que eu gravei com Angra, de fato é o que eu ouvi menos mesmo”, disse o vocalista. Falaschi explicou que a escolha está ligada à atmosfera do trabalho e às melodias menos convencionais, sem apontar qualquer desgaste pessoal com o álbum.
Preferências na discografia
Na avaliação do cantor, o disco tem um clima mais sombrio e uma construção musical com a qual ele se identifica menos. “Ele tem uma vibe meio dark, umas melodias meio tortas”, afirmou. Ainda assim, Falaschi separou sua preferência pessoal de uma avaliação sobre o resultado e reconheceu que o álbum reúne faixas de peso.
O vocalista chegou a se desculpar com a banda ao vivo pela franqueza. Mariutti também ponderou sobre a obra e destacou a qualidade das músicas, apesar do recorte mais fechado apontado na conversa.
Entre os trabalhos de que mais gosta, Falaschi citou “Rebirth” e “Temple of Shadows”. Sobre este último, ele comentou que a análise das linhas de baixo para preparar uma versão com orquestra fez com que percebesse melhor a dimensão do trabalho de Felipe Andreoli.
Na mesma entrevista, o cantor apontou “Deep Blue” como uma das músicas de que mais gosta em toda a obra do Angra, incluindo seus discos solo. Ele também elogiou “Silence and Distance”, faixa de “Holy Land” que cantou ao vivo e que, segundo Falaschi, nasceu de uma ideia rítmica de Ricardo Confessori.







