Gene Simmons voltou a comentar os conflitos com Peter Criss e Ace Frehley, integrantes da formação original do Kiss. Em entrevista ao The Moynihan Report, o baixista e vocalista afirmou que a banda não teria alcançado o sucesso sem os dois, mas também responsabilizou os ex-colegas por problemas relacionados ao uso de drogas e às saídas do grupo.
Simmons disse que Ace e Peter permaneceram na banda por alguns anos, mas entraram e saíram em momentos diferentes. Para ele, essas mudanças atingiram os fãs, que não queriam ouvir críticas sobre integrantes vistos como parte da família do Kiss.
Ace Frehley
Ao falar sobre o retorno de Ace pela terceira vez, Simmons afirmou que o consumo de drogas do guitarrista havia se tornado muito intenso. O músico também declarou que a situação afetou a filha de Ace, Monique.
Simmons lembrou que Ace soube, por meio da Casa Branca, que o Kiss receberia o Kennedy Center Honors. O guitarrista morreu antes da cerimônia. Durante o evento, uma cadeira vazia foi colocada ao lado dos integrantes da banda em sua homenagem, enquanto Monique participou da celebração em memória do pai.
Peter Criss
Sobre a relação com Peter Criss, Simmons afirmou que os encontros entre os dois podem ser bons, mas criticou o comportamento do baterista quando estão distantes. Segundo ele, Peter costuma se colocar na posição de vítima e atribuir a outras pessoas a responsabilidade pelos conflitos.
O baixista disse que o ex-colega deveria reconhecer a própria participação nos problemas, incluindo o uso de drogas e as reclamações dentro da banda. “A culpa é minha. Eu usei drogas”, afirmou Simmons ao reproduzir o que Peter deveria dizer, de acordo com sua avaliação.
A formação atual do Kiss, com Tommy Thayer na guitarra e Eric Singer na bateria, tem um encontro marcado em novembro para o Kiss Kruise Landlocked in Vegas. O grupo também finalizou sua primeira música inédita em mais de uma década.








