Ouro Preto, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Joe Lynn Turner relembra criação de “Odyssey” e critica postura de Yngwie

Vocalista diz que Ritchie Blackmore aceitava contribuições, enquanto Yngwie Malmsteen buscava controle total durante o trabalho.

Joe Lynn Turner relembra criação de “Odyssey” e critica postura de Yngwie

Joe Lynn Turner atribui parte do sucesso de “Odyssey” à combinação entre suas melodias e letras e as guitarras de Yngwie Malmsteen. O álbum, lançado em 1988, foi o trabalho do guitarrista com melhor desempenho nos Estados Unidos: alcançou o 40º lugar no The Billboard 200. Na Suécia, chegou ao 7º lugar e recebeu disco de ouro.

Turner, que foi contratado pela PolyGram para ajudar a tornar o projeto um sucesso comercial, afirma que o disco também marcou uma colaboração musical eficiente. Ele elogiou as faixas de guitarra por serem mais voltadas à composição, melódicas e cuidadosamente construídas. Entre elas, mencionou “Crystal Ball”, canção que voltou a ouvir recentemente e que classificou como uma música incrível.

Diferenças no estúdio

O cantor trabalhou com Yngwie Malmsteen entre duas passagens pelo Rainbow e pelo Deep Purple, grupos nos quais atuou com Ritchie Blackmore. Na avaliação de Turner, a experiência com os dois guitarristas foi diferente principalmente pela forma como cada um lidava com as ideias dos outros integrantes.

Turner diz que Blackmore podia ser uma pessoa e um músico difíceis, mas não teve problemas com ele no trabalho. O guitarrista, segundo o cantor, defendia suas opiniões e também ouvia os demais músicos antes que o grupo chegasse a uma decisão. Para Turner, essa disposição fazia parte da construção coletiva de uma banda.

Sobre Malmsteen, o vocalista afirma que o músico buscava controle total e não colaborava da mesma maneira. A principal crítica, porém, está em declarações que diminuiriam a participação de Turner, Jeff Scott Soto, Mike e outros envolvidos em “Odyssey”. “Fora isso, escrevemos um disco brilhante”, afirmou.

O papel de Turner

O cantor sustenta que teve uma função fundamental no álbum e rejeita a ideia de que sua contribuição, assim como a dos demais participantes, possa ser deixada de lado. Ele também diz que Malmsteen não teria gostado da orientação comercial do projeto, embora tenha ficado com o dinheiro obtido.

Turner resume sua postura profissional como disposição para trabalhar, ajudar, influenciar, colaborar e elevar o nível da produção. Ele afirma conhecer seu ofício e destaca sua habilidade com melodias e letras. Ao comparar “Odyssey” com trabalhos mais recentes de Malmsteen, considera que o álbum reuniu um equilíbrio que funcionou para os dois músicos.

Texto produzido pela Redação Cultura em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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