Ouro Preto, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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A trilha de Kiko Loureiro entre Elis Regina, Black Sabbath e Steve Vai

Guitarrista escolheu dez discos que marcaram sua formação, da música brasileira ao metal e à guitarra instrumental.

A trilha de Kiko Loureiro entre Elis Regina, Black Sabbath e Steve Vai

A formação musical de Kiko Loureiro passa por caminhos que vão da música brasileira ao metal, com espaço para a guitarra instrumental, a improvisação e a força dos palcos. Em uma entrevista, o guitarrista reuniu dez álbuns que considera decisivos para sua trajetória — uma seleção que, ele ressalva, pode mudar com o tempo.

Kiko é integrante original do Angra, deixou a banda em 2015 para se juntar ao Megadeth e também mantém carreira solo. Ao comentar a lista, afirmou que os discos despertaram sua paixão pela música e o incentivaram a tocar e estudar guitarra.

O primeiro álbum comprado por ele com o próprio dinheiro foi “Powerslave” (1984), do Iron Maiden. A lembrança aparece ao lado de uma experiência que marcou sua passagem para o metal: assistir na televisão à apresentação dos Scorpions no Rock in Rio, associada por Kiko a “Love at First Sting” (1984).

Também estão na relação “Live Evil” (1982), do Black Sabbath, valorizado pela energia ao vivo e pelas atuações de Ronnie James Dio, Vinny Appice, Tony Iommi e Geezer Butler; e “Van Halen” (1978), que ele conheceu por meio de um professor de guitarra. Para Kiko, o disco influenciou uma geração de guitarristas, especialmente por faixas como “Eruption”.

A guitarra instrumental aparece com “Surfing With the Alien” (1987), de Joe Satriani, apontado como a razão para Kiko gravar álbuns instrumentais. Já “Passion and Warfare” (1990), de Steve Vai, contribuiu para moldar sua personalidade musical por meio da produção, da composição e da performance.

Entre as referências de sua fase inicial estão “Led Zeppelin III” (1970), um dos primeiros discos de rock que ouviu, e “Blow by Blow” (1974), de Jeff Beck, destacado pela produção e pela atuação do guitarrista.

A lista ainda inclui “Friday Night in San Francisco” (1981), de Al Di Meola, Paco de Lucía e John McLaughlin. O álbum aproximou Kiko da execução veloz e precisa, da improvisação e da mistura entre músicas dos Estados Unidos, do Reino Unido e da Espanha, além de trazer composições de Egberto Gismonti.

Completa a seleção “Elis & Tom” (1974), de Elis Regina e Tom Jobim. Para Kiko, o trabalho expressa sua ligação com a música brasileira e reúne a cantora, o compositor de “Garota de Ipanema” e uma banda que ele considera magnífica.

Texto produzido pela Redação Cultura em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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