Ouro Preto, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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A reescrita que levou “Welcome to the Black Parade” ao topo

Gerard Way contou como uma composição punk ganhou nova introdução e virou um dos maiores sucessos do My Chemical Romance.

Uma mudança radical na estrutura transformou uma música que o My Chemical Romance quase abandonou em “Welcome to the Black Parade”, faixa que chegou ao topo das paradas no Reino Unido e se tornou a primeira da banda a alcançar essa posição.

A composição começou com outro nome, “The Five of Us Are Dying”, e uma orientação mais punk. Em entrevista à Apple Music 1, Gerard Way explicou que o grupo gostava da música, mas não via nela a mesma força temática das outras faixas planejadas para “The Black Parade”, álbum conceitual lançado em 2006.

“Não parecia que ela entraria no álbum, porque todas as outras músicas tinham temas e títulos muito fortes”, disse o vocalista. Mesmo com a dúvida, a banda decidiu não desistir da composição. Gerard Way e os companheiros de grupo reconstruíram a faixa do zero.

Uma nova porta de entrada

O ponto de virada veio com a criação da introdução de piano. A melodia foi escrita por Gerard Way e tocada pelo produtor Rob Cavallo. Com a abertura refeita e uma nova forma de iniciar a música, o grupo conseguiu aprimorar o restante da composição.

A faixa passou a integrar “The Black Parade”, disco cuja história acompanha uma pessoa próxima da morte. O guitarrista Ray Toro chegou a descrever “Welcome to the Black Parade” como a “nossa Bohemian Rhapsody”.

Em participação no podcast My Turning Point, Gerard Way relacionou a canção a um tema presente no trabalho da banda: a superação da escuridão. Para ele, essa ideia aparece tanto na música quanto em sua produção como cantor e compositor.

O impacto da reformulação também se refletiu no alcance da faixa. No início de 2026, “Welcome to the Black Parade” ultrapassou 1 bilhão de plays no Spotify. Vinte anos após o lançamento, a música continua entre os principais sucessos do My Chemical Romance.

Texto produzido pela Redação Cultura em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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