Terça-feira, 8 de setembro de 2026
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Regis Tadeu rejeita toda a discografia do Dokken em live

Jornalista disse que nenhum álbum da banda merece recomendação e provocou discordâncias entre os convidados do programa.

Regis Tadeu rejeita toda a discografia do Dokken em live
Foto: Reprodução - Youtube - Rhino

Regis Tadeu afirmou que não recomenda nenhum álbum do Dokken durante a live semanal de seu canal no YouTube. A declaração veio após um espectador perguntar por que a banda é reconhecida entre guitarristas, mas recebe menos atenção da crítica e tem público reduzido.

Antes de responder, o jornalista corrigiu a premissa da pergunta: o grupo não teve mais de um guitarrista, mas apenas George Lynch. Para Regis, a habilidade de um instrumentista não é suficiente para garantir a qualidade das canções. Na avaliação dele, os discos do Dokken não se sustentam nem mesmo com Lynch responsável pelas guitarras.

A negativa foi mantida quando o apresentador foi questionado sobre a existência de ao menos um álbum aproveitável na trajetória da banda. Regis classificou todos os trabalhos como horrorosos. Ao longo de duas horas de programa, a live passou por dezenas de bandas, mas, conforme o relato da discussão, nenhuma outra teve sua obra descartada integralmente pelo jornalista.

Discordâncias no painel

O empresário Paulo Baron contestou a avaliação e definiu o Dokken como uma banda forte, embora tenha dito que não gosta do estilo de hard rock praticado pelo grupo. Baron também afirmou que a banda não alcançou repercussão semelhante na Europa e limitou seu alcance ao mercado americano dos anos 1980.

Sérgio Martins adotou uma posição intermediária. O jornalista reconheceu que o Dokken fez sucesso, mas declarou preferência pelo Lynch Mob, projeto conduzido por George Lynch depois de sua saída do grupo. Regis, por sua vez, manteve a interpretação de que a banda é lembrada principalmente pelo guitarrista, e não pelo repertório.

A discussão fazia parte de uma conversa sobre bandas que, na avaliação do painel, mereciam ter alcançado maior sucesso. Para Regis, o caso do Dokken não seria resultado de injustiça de gravadora ou de problemas de empresariamento, mas da falta de material que justificasse um alcance mais amplo.

Texto produzido pela Redação Cultura em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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