O Sepultura vai se apresentar no Rock in Rio 2026 com um repertório formado apenas por músicas gravadas na fase de Derrick Green. A banda está prestes a encerrar as atividades e subirá ao Palco Mundo neste sábado (5), em sua participação no festival.
Green, nascido nos Estados Unidos, entrou no grupo no final dos anos 1990, depois que Max Cavalera deixou a banda em dezembro de 1996, após desentendimentos com os demais integrantes. Desde então, o vocalista gravou nove álbuns de estúdio com o Sepultura. O mais recente é “Quadra”, de 2020.
Opiniões divididas
Uma enquete nas redes sociais perguntou aos fãs o que achavam de um show do Sepultura sem canções da fase de Cavalera. As respostas mostraram apoio à decisão, mas também comparações com outras bandas e ressalvas sobre a ausência de músicas conhecidas do período anterior.
Um dos participantes aprovou a proposta por considerar que ela tira o grupo da zona de conforto e apresenta algo diferente do esperado. Outro defendeu o vocalista: “Justo, o Derrick Green merece todo respeito do mundo”.
Também houve quem classificasse como sensacional a fase com Green e dissesse que ela merece espaço próprio diante do público. Para outro seguidor, trata-se de duas formações distintas: o Sepultura do “Velho Testamento” e o do “Novo”, ambas com qualidades.
As críticas fizeram referência a possíveis shows do Metallica sem músicas dos quatro primeiros álbuns e do Black Sabbath apenas com a fase de Tony Martin. Em outra avaliação, a escolha não seria um problema porque a banda avisou antecipadamente e ninguém seria surpreendido.
O repertório especial será apresentado no show deste sábado (5), no Palco Mundo.







