Terça-feira, 8 de setembro de 2026
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Slash tentou suavizar a letra de “My Michelle” antes do lançamento

Guitarrista temeu que Axl Rose expusesse demais a vida de Michelle Young na canção do Guns N’ Roses.

Slash tentou suavizar a letra de “My Michelle” antes do lançamento
Foto: Reprodução - Appetite For Destruction

Antes de “My Michelle” chegar ao público, Slash tentou convencer Axl Rose a rever trechos da letra. O guitarrista achava que o vocalista havia levado longe demais a exposição da vida de Michelle Young, amiga de longa data de Slash e próxima do Guns N’ Roses.

A música surgiu depois que Michelle disse que gostaria de ganhar uma canção, inspirada pela audição de “Your Song”, de Elton John. Axl aceitou a proposta, mas abandonou a ideia de criar um retrato idealizado. A composição passou a abordar episódios difíceis da vida dela, incluindo conflitos familiares, uso de drogas e a morte da mãe.

Slash conhecia Michelle desde a adolescência e se incomodou com algumas versões iniciais. “Você vai destruir essa garota”, afirmou o guitarrista ao recordar o que pensou diante de versos que considerava diretos e cruéis demais.

A reação de Michelle, porém, foi diferente da esperada. Ela aprovou a música justamente porque Axl não tentou transformar sua história em uma narrativa bonita ou sentimental. O vocalista também imaginava que ela ficaria incomodada, mas soube depois que Michelle havia gostado de se reconhecer na descrição sem suavizações.

A relação entre os dois ainda influenciou apresentações ao vivo. Em entrevista de 2014, Michelle contou que Axl por vezes mudava palavras da canção e incluía provocações quando estava irritado com ela. Isso acontecia principalmente quando Michelle faltava a algum show ou os dois estavam brigados.

“My Michelle” foi lançada em “Appetite for Destruction”, de 1987, e se tornou uma das faixas mais duras do álbum. Antes da versão conhecida, no entanto, Slash tentou fazer Axl reconsiderar o quanto aquela história deveria ser exposta.

Texto produzido pela Redação Cultura em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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