Ouro Preto, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Tommy Karevik trocou 20 anos como bombeiro pela carreira no metal

Vocalista do Kamelot e do Seventh Wonder deixou o trabalho na Suécia ao se mudar para o Canadá com a esposa, Kobra Paige.

Tommy Karevik, vocalista do Kamelot e do Seventh Wonder, passou quase 20 anos trabalhando como bombeiro na Suécia antes de se dedicar integralmente à música. Ele deixou a profissão em 2020, quando se mudou para o Canadá para viver com a esposa, a cantora Kobra Paige. O casal havia se casado no início daquele ano.

Em conversa com o canal The Charismatic Voice, Karevik contou que a mudança aconteceu poucas semanas antes de a pandemia fechar as fronteiras. A decisão, segundo ele, foi um salto fora de sua rotina. O cantor se descreve como uma pessoa guiada pela segurança, pela rotina e pouco inclinada a grandes mudanças.

Fuligem e noites de plantão

O período no combate a incêndios também afetou sua voz. Karevik explicou que a fuligem é gordurosa, entra nas vias aéreas e provoca irritação. As noites de plantão, com despertares repetidos de madrugada, dificultavam o trabalho como cantor no dia seguinte.

Na primeira década da carreira como bombeiro, não havia protocolo de descontaminação. Depois dos incêndios, as equipes permaneciam no local com os uniformes impregnados, voltavam juntas no mesmo carro e deixavam as roupas sem lavar por meses. Mais tarde, o trabalho passou a contar com sacos plásticos, máquina de lavar específica e uma sala separada para os equipamentos.

O vocalista diz estar mais saudável hoje, embora sinta falta do antigo ofício. Ele também brincou que teve sorte por cantar metal, estilo em que uma rouquidão ocasional pode passar despercebida.

Aprendizado contínuo

Para Karevik, bombeiro e músico têm em comum a necessidade de aprendizado constante. No trabalho de emergência, novas tecnologias e mudanças nas casas exigiam adaptação permanente. Na música, ele afirma que não é possível repetir a mesma fórmula por 20 anos, porque as pessoas também mudam.

O cantor ainda relaciona as duas profissões à disciplina diária e ao treinamento. Para ele, a confiança dentro de uma banda ou de uma guarnição nasce da prática repetida e do conhecimento entre os integrantes, construído ao longo do trabalho conjunto.

Texto produzido pela Redação Cultura em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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