Tony Iommi recusou uma proposta para gravar um último álbum do Black Sabbath com a formação original. A ideia foi apresentada pelo produtor Andrew Watt, que trabalhou nos dois últimos discos solo de Ozzy Osbourne, “Ordinary Man” e “Patient Number 9”.
Em entrevista à revista Classic Rock, o guitarrista afirmou que não se animou com a possibilidade de repetir a experiência de “13”, álbum lançado pela banda com problemas envolvendo o baterista Bill Ward. Ward ficou fora das gravações e foi substituído por Brad Wilk, do Rage Against the Machine e do Audioslave.
“Já tínhamos feito o '13', então não me agradava a ideia de gravar outro disco”, disse Iommi.
A experiência com “13”
As sessões também tiveram desacertos relacionados à forma de trabalho do produtor Rick Rubin. Os três integrantes remanescentes da formação original manifestaram desagrado com a metodologia adotada durante a produção.
Apesar dos conflitos, “13” chegou ao número 1 em nove paradas nacionais, incluindo as dos Estados Unidos e do Reino Unido. O disco recebeu certificação de platina no Brasil, enquanto “God Is Dead?” venceu o Grammy de Best Metal Performance.
Iommi prepara ainda o lançamento de seu novo trabalho solo, “From the Dark”, marcado para 23 de outubro. O álbum tem participações do vocalista norueguês Jorn Lande, ligado ao Avantasia, e ex-integrante do Masterplan e do Ark; da baixista Becky Baldwin, do Mercyful Fate; e do baterista Karl Brazil, que trabalha com Robbie Williams.







