Ouro Preto, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Maringá combina parques, árvores e expansão urbana no interior do Paraná

Com planejamento iniciado na década de 1940, a cidade mantém áreas verdes e avenidas largas enquanto cresce e se verticaliza.

Maringá combina parques, árvores e expansão urbana no interior do Paraná

A concentração urbana de Maringá registrou 97,2% de arborização no entorno dos domicílios no Censo 2022 do IBGE. O índice está entre os maiores observados nas concentrações urbanas analisadas e ajuda a explicar a presença constante de árvores na paisagem da cidade, que tem população estimada em 429.660 habitantes em 2025.

A arborização, porém, não se distribui de maneira igual. As condições mudam conforme o bairro, com diferenças nas espécies, na idade das árvores, nas podas, na fiação e na largura das calçadas. Por isso, a manutenção pesa tanto quanto a quantidade de cobertura vegetal.

O Parque do Ingá é um dos principais espaços verdes de Maringá, com cerca de 47 hectares de mata em área urbana. A cidade também conta com Bosque II, Parque do Japão, Bosque das Grevíleas e Parque do Cinquentenário. Esses locais têm funções variadas: alguns preservam vegetação; outros reúnem pistas, lagos, jardins e áreas de convivência.

A organização da cidade começou a ser implantada a partir da década de 1940, em um projeto associado ao engenheiro Jorge de Macedo Vieira. O desenho previa avenidas largas, zonas com funções diferentes e áreas verdes próximas aos fundos de vale. Mesmo após décadas de crescimento, a estrutura viária e as grandes áreas verdes continuam conectando bairros, região central e parques.

A expansão alterou a escala urbana. A verticalização e a criação de novos bairros aumentaram os deslocamentos e a demanda por infraestrutura. Maringá também passou a exercer influência regional por reunir comércio, saúde, universidades, serviços e empregos.

Esse cenário não elimina os desafios urbanos. Congestionamentos, desigualdades entre bairros, pressão imobiliária e dificuldades de mobilidade também fazem parte da realidade. A experiência dos moradores varia conforme a localização e o acesso a serviços, e nenhum ranking isolado resume a vida na cidade.

A combinação entre planejamento, arborização e escala regional mantém o verde como uma referência cotidiana, mas sua permanência depende de manutenção e planejamento contínuos.

Texto produzido pela Redação Cultura em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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