Ouro Preto, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Gabriel Azevedo e Mateus Simões trocam críticas sobre combate ao crime organizado

Debate na TV Alterosa teve acusações sobre ações midiáticas, presídios e propostas de segurança para Minas Gerais.

Gabriel Azevedo critica atuação de Simões contra o crime organizado: 'É midiático e não resolve'
Foto: TV Alterosa/Reprodução

Gabriel Azevedo (MDB) e Mateus Simões (PSD) trocaram críticas sobre o combate ao crime organizado durante um debate na TV Alterosa, nesta sexta-feira (18). O candidato do MDB afirmou que não pretende repetir ações realizadas pelo atual governador de Minas Gerais e classificou algumas iniciativas como midiáticas e sem efeito para resolver o problema.

Azevedo citou a participação de Simões em uma operação vestido como policial e disse que cumprirá eventuais acordos firmados com a Polícia Militar e a Polícia Civil. Para o candidato, o descumprimento de compromissos poderia levar a uma atuação baseada na chamada operação estrita legalidade, sem proatividade.

O candidato do MDB também apresentou como prioridade o combate à atuação de facções dentro dos presídios. Ele afirmou que quer impedir que as unidades prisionais do estado sejam usadas como escritórios de grupos criminosos e questionou a quantidade de presídios com bloqueadores de celular e equipamentos de raio-X. Segundo Azevedo, a entrada de celulares ocorre com muita facilidade e a Polícia Penal está sofrendo.

Propostas de Simões

Na resposta, Simões disse que Azevedo não havia respondido sobre o crime organizado. O atual governador afirmou que o enfrentamento depende de inteligência e tecnologia e apresentou o projeto chamado “escudo Mineiro”. A proposta, segundo ele, usaria identificação de placas e rostos para controlar a entrada e a saída de pessoas e veículos de Minas Gerais.

Simões declarou que a medida teria como objetivo identificar cargas, veículos furtados e pessoas suspeitas ou procuradas, evitando que entrem ou saiam do estado sem identificação.

Durante o debate, o governador também mencionou um projeto de lei apresentado naquela manhã para encerrar benefícios fiscais em Minas Gerais. Ele afirmou que os recursos poderiam ser destinados a outro uso, com análise do risco de perda de empregos.

Na área de proteção às mulheres, Simões prometeu expandir a Patrulha da Maria da Penha para todas as cidades e abrir mais 50 delegacias de apoio à mulher.

Texto produzido pela Redação Cultura em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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