Ouro Preto, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Flávio Roscoe pode deixar disputa pelo governo de Minas para apoiar Cleitinho

Ex-presidente da Fiemg teria decidido abandonar a candidatura, enquanto aliados discutem os próximos passos da corrida eleitoral em Minas.

PL pode anunciar desistência de Roscoe nesta terça

A possível desistência de Flávio Roscoe da disputa pelo governo de Minas ganhou força nos meios políticos. A tendência é que o ex-presidente da Fiemg abra mão da candidatura para apoiar Cleitinho, do Republicanos. A decisão pode ser tomada nas próximas horas, em Belo Horizonte.

Roscoe entrou na corrida depois de um período de indefinição de Cleitinho sobre a própria candidatura. A articulação inicial previa a união entre PL e Republicanos, com o objetivo de formar uma candidatura competitiva e oferecer palanque ao presidenciável Flávio Bolsonaro. Bolsonaro participou do lançamento da campanha de Roscoe em Minas.

As pesquisas, porém, não teriam mostrado crescimento do nome do ex-presidente da Fiemg. Ele também ficou afastado após contrair Covid, agravada por pneumonia. Esses fatores são apontados nos bastidores como elementos que ajudam a explicar a possível saída da disputa.

Também circula entre políticos a informação sobre um vídeo envolvendo um candidato a deputado federal, ex-prefeito de uma cidade mineira. O conteúdo estaria relacionado a um escândalo sexual e poderia afetar a chapa do partido. Não foram apresentados detalhes sobre o vídeo nem sobre o candidato.

Propostas de Marcelo Aro

Candidato ao Senado pelo Progressistas, Marcelo Aro defendeu a redução da maioridade penal para 16 anos e a castração química para estupradores de crianças e mulheres. Em entrevista ao programa Pingo do J, afirmou que facções criminosas recrutam jovens de 16 a 18 anos porque eles não são presos.

“Estudei muito. Conheço o sistema prisional como poucos”, disse Aro. Ele também afirmou que o Código Penal é de 1940 e que, atualmente, jovens de 16 e 17 anos teriam maturidade para responder pelos próprios atos.

Aro criticou o que chamou de “ditadura do Judiciário” e defendeu o impeachment de ministro do Supremo Tribunal Federal como forma de estabelecer limites ao tribunal. Ele citou Alexandre de Moraes e mencionou um contrato de honorários da mulher do ministro.

Sobre a dívida de Minas, o candidato disse que o estado deve pagar os 180 bilhões de reais negociados com a União. Para ele, a entrega de ativos pode ser necessária para reduzir o débito. Aro também defendeu que os 500 milhões de reais pagos mensalmente por Minas sejam destinados exclusivamente a investimentos da União no estado.

Outras movimentações

O candidato a deputado estadual Tony Carlos denunciou uma tentativa de suborno contra seu motorista. A proposta teria sido enviada por WhatsApp e atribuída a um suposto adversário.

Já o candidato a deputado federal Anderson Adauto participou de uma reunião com a Diretoria da Aciu. Ele avaliou que a direita tinha nomes melhores para disputar a Presidência da República, como Tarcísio de Freitas, mas acabou refém da extrema direita. Também afirmou que Lula disputa sua última eleição e que a esquerda precisa evitar, no futuro, o mesmo erro atribuído à direita.

Anderson prevê que, depois da eleição, devem avançar projetos de reforma do Judiciário. Entre as propostas citadas está a criação de mandatos de 10 a 12 anos para ministros do STF, em substituição à vitaliciedade.

Na avaliação dele, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Kassio Nunes Marques podem deixar o Supremo após a eleição. André Mendonça, por outro lado, deveria escapar de punição ou impeachment, mas receber uma advertência para mudar sua conduta.

Texto produzido pela Redação Cultura em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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