GOIÂNIA — A Prefeitura de Goiânia reformulou o modelo de manutenção do Parque Mutirama para reforçar a segurança das atrações e preparar a reabertura ao público, prevista para outubro. O contrato emergencial terá valor estimado de R$ 5,6 milhões e duração de seis meses, com possibilidade de prorrogação por igual período.
A nova contratação prevê serviços contínuos de manutenção preventiva e corretiva, incluindo o fornecimento de peças e mão de obra técnica especializada. Engenheiros responsáveis deverão fazer vistorias diárias, testar os equipamentos e acompanhar as condições de cada atração antes da liberação para funcionamento.
A mudança foi anunciada pela Prefeitura de Goiânia por meio da Secretaria Municipal de Gestão de Negócios e Parcerias (Segenp). O secretário José Neto afirmou que o modelo anterior, adotado em 2020, era voltado exclusivamente à mão de obra e não incluía peças para reposição.
“O município pagava pela mão de obra independentemente da disponibilidade de peças para substituição ou da efetiva realização do serviço”, disse Neto. De acordo com o secretário, a falta de componentes afetou a operação do parque, que chegou a funcionar com apenas dois brinquedos em condições consideradas seguras.
Indicadores e penalidades
A empresa contratada terá de cumprir indicadores de qualidade, segurança e desempenho. A indisponibilidade de uma atração ou a demora no atendimento de uma ocorrência poderá gerar glosas nos pagamentos, conforme a nova regra.
“O pagamento será condicionado à prestação dos serviços e ao cumprimento de indicadores de segurança e desempenho”, destacou José Neto.
A contratação emergencial deve garantir o funcionamento do parque enquanto a licitação definitiva é concluída. O processo para escolher o contrato permanente de manutenção do Mutirama já está em andamento na administração municipal.








