Ouro Preto, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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PF apreende contrato de imóvel de R$ 4,35 milhões ligado a Ciro Nogueira

Documento encontrado em operação da PF registra senador e companheira como compradores de unidade em condomínio de São Paulo.

Ciro Nogueira e companheira compraram imóvel de R$ 4,3 milhões em São Paulo
Foto: KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo

A Polícia Federal apreendeu documentos que registram o senador Ciro Nogueira (PP-PI) e Flávia Roberta Rosalen como compradores de um imóvel em São Paulo. O contrato aponta valor de R$ 4,35 milhões para a unidade.

O material foi localizado na quinta-feira (7/5), durante a 5ª fase da Operação Compliance Zero. A busca ocorreu na sede da Ciro Nogueira Comércio de Motocicletas Ltda., a CN Motos, em Teresina (PI).

Entre os papéis recolhidos estava o conjunto referente à unidade P-2401, no Condomínio VN Millennium Faria Lima, dentro do subcondomínio Prime. A Vitacon50 Desenvolvimento Imobiliário SPE S.A. aparece no contrato como vendedora. Além do compromisso de compra e venda, havia normas contratuais, registros ligados às assinaturas eletrônicas, o 1º aditivo e um resumo da negociação.

Os documentos estavam sobre a mesa de Bernardo Rodrigues de Oliveira Filho, funcionário da CN Motos que trabalhava na sala de Coordenação e Logística. A negociação previa ainda R$ 269,815 mil em comissão de intermediação e corretagem, valor separado do preço do imóvel.

Empresas no endereço

Na operação, os policiais verificaram que a CNLF Empreendimentos Imobiliários Ltda. estava cadastrada em uma das salas da CN Motos, mas não funcionava no local. Jairo de Castro Koury Masuad, diretor comercial da empresa, informou que a CNLF não tinha funcionários.

De acordo com o relato, as atividades imobiliárias eram realizadas por Raimundo Neto e Silva Nogueira Lima, irmão do senador. A equipe também não encontrou no endereço uma sala identificada como sede da CNLF.

Uma folha de agenda apreendida trazia anotações sobre “estratégias de despesas e receitas”, “investidores” e uma possível aquisição de “aeronave” com pagamento em espécie.

Texto produzido pela Redação Cultura em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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