Ouro Preto, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
A cultura que acontece
Brasil

Crítica aponta riscos econômicos no plano de Flávio Bolsonaro

Proposta é associada aos modelos de Javier Milei e Donald Trump, com alerta para cortes no orçamento e efeitos sobre emprego e renda.

Plano econômico de Flávio Bolsonaro remete Brasil à catástrofe econômica e social

O plano econômico de Flávio Bolsonaro é apresentado como uma ameaça ao crescimento e ao desenvolvimento social do Brasil. A proposta prevê cortes drásticos no orçamento público e é associada às políticas adotadas por Javier Milei, na Argentina, e Donald Trump, nos Estados Unidos.

Na Argentina, a gestão Milei é responsabilizada pelo fechamento de mais de 31 mil empresas, o equivalente a uma queda de 6,1% no total de companhias do país. O mesmo período teria registrado a perda de 245 mil postos formais de trabalho. Os dados abrangem os últimos 30 meses.

A comparação com o Brasil é feita a partir da criação de 3,88 milhões de empregos com carteira assinada nos 30 meses entre janeiro de 2024 e junho de 2026, segundo o IBGE. A avaliação é que a adoção do modelo argentino poderia estimular uma recessão e ampliar a pobreza extrema, além de reduzir a qualidade de vida da classe média.

Relação com os Estados Unidos

Flávio Bolsonaro também é associado à promessa de abrir espaço para funcionários indicados pelo governo americano na administração pública brasileira, caso seja eleito presidente. A possibilidade é apresentada como parte da aproximação com Donald Trump.

Nos Estados Unidos, o texto relaciona a política econômica de Trump à inflação em alta, à perda de empregos e aos desequilíbrios internos provocados pela política tarifária contra mais de uma centena de países. Em julho, 23 mil postos formais de trabalho foram fechados. A avaliação é que esse cenário pode favorecer o Partido Democrata nas eleições legislativas de 3 de novembro.

Daniella Marques, coordenadora do plano de governo do candidato do PL, afirmou que “o exemplo é Milei”. A declaração é usada para indicar a referência central da política econômica proposta.

A conclusão apresentada é que o programa de Flávio Bolsonaro levaria à desestruturação da orientação atual para o crescimento econômico e o desenvolvimento social. Nesse enquadramento, a escolha eleitoral pelo candidato significaria optar por um modelo de cortes públicos, retração econômica e perda de empregos.

Texto produzido pela Redação Cultura em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Assine nossa newsletterAs principais notícias do dia no seu e-mail.

Mais lidas

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5