Terça-feira, 8 de setembro de 2026
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Ásia concentra maior fatia de novas séries das plataformas globais

Região respondeu por 36% das encomendas no primeiro semestre de 2026, à frente da América do Norte e da Europa Ocidental.

Ásia concentra maior fatia de novas séries das plataformas globais

A Ásia liderou pela primeira vez as encomendas de novas séries roteirizadas feitas pelas principais plataformas globais. Entre janeiro e junho, a região respondeu por 36% dos projetos inéditos, maior participação registrada pela Ampere Analysis em um intervalo de seis meses.

Netflix, Prime Video, Apple TV, Disney+, HBO Max e Paramount+ aprovaram 70 produções asiáticas no período. A América do Norte teve 46 encomendas, enquanto a Europa Ocidental recebeu 44. Os demais mercados, somados, chegaram a 34 projetos. Com o resultado, a Ásia-Pacífico passou da terceira para a primeira posição no levantamento.

Índia e Coreia do Sul puxam o movimento

Netflix e Prime Video foram as plataformas que mais contribuíram para a mudança. As duas ampliaram as encomendas na Ásia, enquanto o número combinado de projetos aprovados por elas na América do Norte e na Europa Ocidental permaneceu praticamente estável em relação ao primeiro semestre de 2025. Disney+, HBO Max e Paramount+ também elevaram o interesse por produções asiáticas.

A Índia ficou na liderança regional, com 25 novas séries e o maior crescimento. A expansão foi impulsionada principalmente pela Prime Video, que aumentou os investimentos em obras produzidas em diferentes idiomas locais. A Coreia do Sul ficou em segundo lugar, com a Netflix mantendo a liderança entre os serviços globais que encomendam conteúdo original do país. A Disney+ também registrou crescimento no mercado sul-coreano.

Taiwan teve nove encomendas no primeiro semestre, e as Filipinas, sete. Na comparação com o ano anterior, a Netflix quadruplicou os novos projetos taiwaneses. Nas Filipinas, a Amazon anunciou cinco produções no período.

Crime e drama ganham espaço

Crime e suspense reuniram um terço das encomendas asiáticas. Os dramas representaram um quarto do total, a maior participação já registrada pela análise. Ficção científica e fantasia, que haviam liderado proporcionalmente as encomendas no primeiro semestre de 2025, perderam espaço.

O crescimento de assinantes na região e a circulação de títulos asiáticos em outros mercados aparecem entre os fatores da expansão. A China, segundo maior mercado de cinema do mundo, ainda não se abriu para as plataformas internacionais de streaming, com poucas exceções de produções adquiridas, mas não coproduzidas.

Texto produzido pela Redação Cultura em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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