Terça-feira, 8 de setembro de 2026
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Bilheteria de Hollywood cresce 26,1% no verão de 2026

Cinemas dos Estados Unidos e Canadá arrecadaram US$ 4,61 bilhões entre 1º de maio e 31 de agosto.

Bilheteria de Hollywood cresce 26,1% no verão de 2026

Hollywood fechou o verão de 2026 com a maior bilheteria desde 2013. Os cinemas dos Estados Unidos e do Canadá arrecadaram US$ 4,61 bilhões entre 1º de maio e 31 de agosto, alta de 26,1% na comparação com o mesmo período de 2025, conforme dados da Rentrak.

O resultado foi impulsionado por franquias conhecidas, produções de terror de baixo orçamento e filmes associados diretamente a seus cineastas. “Homem-Aranha: Um Novo Dia”, “A Odisseia” e “Toy Story 5” estiveram entre os títulos que ampliaram o público.

Filmes que lideraram a temporada

“A Odisseia”, dirigido por Christopher Nolan, se aproximou de US$ 1,6 bilhão em arrecadação mundial. O desempenho também estimulou as sessões em 70 mm e em telas de grande formato. Em julho, a IMAX registrou seu melhor mês, com US$ 257 milhões em vendas globais.

“Homem-Aranha: Um Novo Dia”, estrelado por Tom Holland, chegou a US$ 2,34 bilhões e se tornou a segunda maior bilheteria da história da América do Norte sem correção pela inflação. O filme também passou a ocupar o primeiro lugar entre as maiores arrecadações da Sony Pictures.

As animações tiveram participação importante no resultado. “Toy Story 5” arrecadou US$ 479 milhões nos Estados Unidos e Canadá e cerca de US$ 1,14 bilhão no mundo. “Lilo & Stitch”, em versão live-action, somou US$ 416,2 milhões no mercado doméstico e US$ 1 bilhão globalmente.

A Universal teve dois representantes no período. “Super Mario Galaxy – O filme”, lançado em abril, permaneceu em cartaz durante o verão e encerrou sua trajetória com mais de US$ 1 bilhão mundialmente, tornando-se o primeiro lançamento de 2026 a superar essa marca. “Minions & Monstros” alcançou cerca de US$ 183 milhões no mercado doméstico e US$ 513 milhões no mundo.

Terror e novos diretores

Filmes comandados por cineastas que começaram no YouTube também se destacaram. “Backrooms: Um Não-Lugar”, da A24 e dirigido por Kane Parsons aos 21 anos, arrecadou US$ 394,1 milhões com orçamento de US$ 10 milhões.

“Obsessão”, dirigido por Curry Barker, de 26 anos, ultrapassou US$ 500 milhões mundialmente, embora tenha custado menos de US$ 1 milhão.

Entre as marcas tradicionais, “Star Wars: O Mandalorian e Grogu” terminou com US$ 345,4 milhões, enquanto o remake de “Moana” arrecadou US$ 315,4 milhões. “Supergirl” somou US$ 126,4 milhões globalmente.

Público jovem retorna às salas

A faixa entre 14 e 29 anos foi a que mais frequentou os cinemas durante o verão norte-americano. Dados da Cinema United indicam que a geração Z foi às salas em média 6,1 vezes em 2025, contra 4,9 no ano anterior.

As mulheres também ampliaram sua presença com filmes como “Michael”, que alcançou US$ 372 milhões no mercado doméstico e US$ 1 bilhão no mundo, e “O Diabo Veste Prada 2”, com US$ 220 milhões e US$ 692 milhões, respectivamente.

Apesar da recuperação, os valores ajustados pela inflação e o número efetivo de ingressos vendidos ainda deixam o mercado abaixo dos níveis anteriores à pandemia. Os grandes estúdios lançaram 34 filmes em circuito amplo no verão, dois a mais que no ano passado, mas menos que os 44 de 2019.

A indústria ainda absorve os efeitos da pandemia e das greves de roteiristas e atores de 2023. Paul Dergarabedian, responsável por tendências de mercado da Rentrak, calculou que a bilheteria doméstica pode superar US$ 10 bilhões no acumulado de 2026, algo que não ocorre desde 2019.

“Vingadores: Doutor Destino” e “Duna: Parte Três”, previstos para dezembro, são apontados como os principais filmes para sustentar o ritmo até o fim do ano.

Texto produzido pela Redação Cultura em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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