Ouro Preto, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Alice Cooper conta como o crack entrou em sua trajetória e fala sobre a recuperação

Músico relata que a droga quase o matou e retoma a experiência em livro de memórias com lançamento previsto para 6 de outubro.

Alice Cooper conta como o crack entrou em sua trajetória e fala sobre a recuperação
Foto: Divulgação - Ear Music - Jenny Risher

Alice Cooper diz estar longe das drogas há quatro décadas, mas afirma que o crack quase tirou sua vida. O músico, nome artístico de Vincent Damon Furnier, falou sobre o período em uma entrevista recente e também retoma a experiência em seu novo livro de memórias.

Na conversa, Cooper descreveu o crack como a substância mais viciante que já conheceu. "Foi isso que quase me matou", declarou. Ele também afirmou que nunca havia fumado cigarros e que quase não tinha consumido maconha antes de se envolver com a droga.

O primeiro contato

Em um trecho de Devil on My Shoulder, Alice Cooper conta que conheceu a substância em Los Angeles. Um homem cujo nome ele diz não lembrar — ou que prefere não revelar — apresentou aquilo como uma novidade. Na época, segundo o relato, a droga não era chamada de freebase ou crack, mas de base.

O homem teria dito que a substância não era cheirada, mas fumada, e que não causava dependência. Cooper narra que acreditou na promessa e se entregou completamente ao consumo. Ao relembrar o episódio, resumiu sua avaliação: "O crack é a droga mais viciante que existe, de longe."

O livro tem lançamento programado para 6 de outubro. Alice Cooper está na ativa desde a década de 1960, e sua turnê atual segue até dezembro de 2026. A agenda também inclui um show previsto para junho de 2027.

Texto produzido pela Redação Cultura em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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