Ouro Preto, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Billy Preston ganhou espaço nos Beatles e apareceu no crédito de “Get Back”

O tecladista tocou em faixas dos Beatles, participou do show no telhado da Apple e recebeu apoio de John Lennon para entrar no grupo.

A presença de Billy Preston chegou ao ponto de seu nome aparecer no crédito oficial de “Get Back”, ao lado dos Beatles. O tecladista também tocou em “Don’t Let Me Down”, “Dig a Pony” e “I’ve Got a Feeling”, além de participar do histórico show no telhado da Apple.

Preston entrou em contato com a banda em janeiro de 1969, levado por George Harrison, que já o conhecia dos tempos de Hamburgo. O músico começou como convidado nas sessões que dariam origem a “Let It Be”, mas logo passou a ocupar um espaço importante nas gravações.

O apoio de John Lennon

Naquele período, os Beatles enfrentavam discussões, diferenças pessoais e uma convivência difícil. A participação do tecladista alterou o ambiente do estúdio, segundo a lembrança registrada sobre as sessões de “Get Back”.

John Lennon defendeu que Preston pudesse entrar oficialmente na banda. Ao comentar a ideia de um “quinto Beatle”, Lennon foi direto depois de ouvir o músico tocar: “Você está no grupo.”

Ringo Starr também associou Preston à identidade da banda. “Ele era um músico incrível. Era como se fizesse parte da banda”, afirmou o baterista, destacando que o tecladista trouxe uma sensação diferente ao conjunto.

Um lugar entre os Beatles

A proximidade alimentou, ao longo das décadas, a associação de Preston ao título informal de “quinto Beatle”. Paul McCartney, porém, não apoiava a transformação do quarteto em quinteto. Para ele, já era difícil chegar a um acordo entre quatro integrantes.

Preston não se tornou oficialmente um Beatle, mas teve uma participação rara para um músico externo. Sua atuação acompanhou uma fase em que o grupo começava a se desfazer e ficou ligada a uma retomada da dinâmica musical da banda durante aquelas sessões.

Texto produzido pela Redação Cultura em Curso com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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